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Relatório da a16z aponta expansão on-chain e aumento da fiscalização sobre cripto no mund

Um novo marco para a criptoeconomia global

O relatório anual “State of Crypto 2025”, publicado pela Andreessen Horowitz (a16z), afirma que os criptoativos deixaram de ser um experimento de nicho e estão entrando no núcleo das finanças globais.
Segundo o documento, este é “o ano em que o mundo se tornou on-chain”, com instituições tradicionais adotando blockchain de forma estrutural e acelerada.

Adoção institucional muda o jogo

A publicação destaca que grandes fundos, bancos e empresas globais estão intensificando investimentos e operações no ambiente on-chain, impulsionando liquidez, segurança e padronização no setor.
Produtos como ETPs de Bitcoin e Ethereum, tokenização de ativos e stablecoins ganharam escala, deixando de ser iniciativas pontuais para se tornarem pilares da nova infraestrutura financeira.

Infraestrutura pronta para escalar

Com redes mais baratas e rápidas, a blockchain evoluiu de forma significativa desde 2020. O relatório cita que as principais redes já comportam milhões de usuários simultâneos, o que permite casos de uso reais e corporativos.
A combinação de escala, redução de custos e maturidade tecnológica cria um ambiente fértil para a expansão global da criptoeconomia.

Do laboratório para o mercado real

A a16z aponta que aplicações que antes eram apenas protótipos agora têm planos de implementação em massa. Isso inclui:

  • Emissão de títulos tokenizados

  • Infraestruturas de pagamento corporativo on-chain

  • Plataformas institucionais de investimento cripto

Essa virada de chave coloca a blockchain no mesmo patamar de relevância de tecnologias financeiras tradicionais.

Impacto no Brasil

No cenário brasileiro, a mensagem é clara: com mais transparência global, cresce também o nível de fiscalização e a exigência de conformidade fiscal.
Investidores que não acompanham suas operações com precisão podem ficar expostos a penalidades. Nesse contexto, a Declare Cripto ajuda a organizar dados, calcular ganhos e manter a declaração em dia.

Conclusão

O relatório da a16z marca um divisor de águas. A blockchain deixa de ser um tema para entusiastas e se consolida como infraestrutura financeira global.
Para quem possui criptoativos, acompanhar essa transformação é essencial para se manter em conformidade em um mercado que está se tornando parte da economia real.

📎 Fonte: Valor Econômico

Perguntas Frequentes

O que significa “on-chain”?

Refere-se a operações realizadas diretamente em redes blockchain, sem intermediários tradicionais.

A entrada de instituições torna o mercado mais seguro?

Sim. Adoção institucional tende a ampliar infraestrutura, liquidez e supervisão, reduzindo riscos estruturais.

Isso afeta investidores brasileiros?

Sim. A visibilidade internacional e a cooperação regulatória tornam o controle fiscal mais rigoroso.

Empresário é condenado a 17 anos por esquema milionário com criptomoedas no Brasil

Uma condenação que marca o setor cripto

A Justiça Federal condenou Dante Felipini, conhecido como “criptoboy”, a 17 anos, 5 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de evasão de divisas, organização criminosa e lavagem de dinheiro com uso de criptomoedas.
A sentença representa a primeira condenação de grande impacto da Operação Colossus, que investigava movimentações bilionárias em ativos digitais para fins ilícitos.

Como funcionava o esquema

Segundo a investigação, Felipini utilizava empresas de fachada e carteiras digitais para movimentar e ocultar recursos.
Apesar das menções a ligações com organizações internacionais, o juiz da 6.ª Vara Federal de São Paulo, Diego Paes Moreira, absolveu o réu das acusações de financiamento ao terrorismo e falsidade ideológica por falta de provas.
Felipini foi preso em janeiro de 2024 no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava embarcar para Dubai, após permanecer foragido por quase dois anos.

O impacto no combate à lavagem de dinheiro com criptoativos

A decisão reforça uma mensagem clara: as autoridades brasileiras estão ampliando o rigor sobre movimentações financeiras em criptomoedas.
A Operação Colossus revelou o uso de exchanges e estruturas empresariais para movimentar bilhões de reais em ativos digitais, demonstrando que o setor está cada vez mais sob escrutínio regulatório.

O que os investidores precisam aprender com isso

  • Rastreabilidade existe: a blockchain facilita investigações quando usada por órgãos competentes.
  • Declarar é obrigatório: ganhos e operações devem ser informados corretamente à Receita Federal.
  • Permuta também conta: trocar uma cripto por outra pode ser evento tributável.
  • Automatizar reduz riscos: plataformas confiáveis ajudam a manter conformidade e evitar problemas legais.

👉  A Declare Cripto permite organizar, calcular e declarar suas operações com segurança e precisão, reduzindo riscos fiscais e jurídicos.

Conclusão

A condenação de 17 anos de prisão no caso Colossus marca um divisor de águas no enfrentamento à lavagem de dinheiro com criptomoedas no Brasil.
Para investidores sérios, é um lembrete claro de que transparência e conformidade fiscal são fundamentais para operar com segurança nesse mercado em expansão.

Fonte: Portal do Bitcoin

Perguntas Frequentes

Preciso declarar criptoativos mesmo que não tenha vendido?

Sim. A posse de ativos digitais acima do limite exigido deve constar na ficha de “Bens e Direitos” da sua declaração.

Operações em corretoras estrangeiras também são fiscalizadas?

Sim. A obrigação de declarar vale para todos os criptoativos, inclusive os mantidos no exterior.

Trocar uma criptomoeda por outra gera imposto?

Na maioria dos casos sim, pois a permuta é tratada como alienação.

Automatizar a declaração ajuda de verdade?

Sim. Plataformas especializadas reduzem erros, calculam preço médio e ajudam a evitar multas e problemas com a Receita.