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O que é DeCripto? Entenda a nova declaração de criptoativos da Receita Federal

A DeCripto é a nova declaração de criptoativos da Receita Federal. Ela substitui a IN RFB 1.888/2019, amplia o reporte de operações com criptomoedas e aumenta a capacidade de cruzamento de dados entre investidores, exchanges, prestadores de serviços e plataformas que atuam no mercado cripto.

A DeCripto é uma das mudanças mais relevantes na fiscalização de criptoativos no Brasil. Tão importante quanto saber o que é criptomoedas? Ou como comprar criptomoedas?

Ela não cria um novo imposto sobre criptomoedas.

Mas muda a forma como a Receita Federal passa a receber, organizar, comparar e cruzar informações sobre operações com ativos digitais, como por exemplo da corretora Binance.

Durante anos, a orientação básica para investidores foi simples: cripto precisa declarar.

Essa frase continua verdadeira.

Mas ficou incompleta.

Com a DeCripto, a pergunta deixa de ser apenas se o contribuinte declarou suas criptomoedas no imposto de renda.

A pergunta passa a ser:

o que a Receita Federal já recebeu sobre essas operações?

Essa é a virada.

A DeCripto inaugura um modelo mais padronizado, detalhado e compatível com o novo cenário global de fiscalização de criptoativos.

Clique aqui para falar com a Declare Cripto.

Resumo rápido: o que muda com a DeCripto?

A DeCripto muda a qualidade e a profundidade das informações enviadas à Receita Federal sobre criptoativos. O foco deixa de ser apenas informar operações isoladas e passa a permitir um cruzamento mais completo entre dados de investidores, exchanges, prestadores de serviços e demais participantes do mercado.

Principais mudanças:

  • substituição da IN RFB 1.888/2019;
  • maior detalhamento das operações com criptoativos;
  • padronização das informações enviadas à Receita Federal;
  • maior foco em operações realizadas em exchanges estrangeiras;
  • aumento da capacidade de cruzamento de dados;
  • alinhamento com padrões internacionais de fiscalização.

Na prática, a Receita Federal passa a enxergar o mercado de criptoativos com muito mais precisão, reduzindo a margem para erros, omissões e inconsistências.

O que é a DeCripto?

A DeCripto é a nova declaração de criptoativos da Receita Federal. Trata-se de uma obrigação acessória, ou seja, uma obrigação de prestar informações ao Fisco, e não de um novo imposto.

Seu objetivo é modernizar o reporte das operações com ativos digitais, permitindo que a Receita Federal receba dados mais completos sobre movimentações, saldos, participantes, plataformas utilizadas e demais informações relevantes para a fiscalização.

Quanto maior a qualidade das informações recebidas, maior a capacidade de cruzamento entre os dados declarados pelos contribuintes e aqueles enviados por terceiros.

O que muda em relação à IN RFB 1.888/2019?

A IN RFB 1.888/2019 foi o primeiro marco regulatório de reporte mensal de operações com criptoativos no Brasil. Desde então, o mercado evoluiu significativamente, com o crescimento de exchanges estrangeiras, carteiras próprias, stablecoins, staking, DeFi e outras modalidades de operação.

A DeCripto foi criada justamente para acompanhar essa evolução, ampliando o nível de detalhamento das informações e tornando o modelo de fiscalização mais compatível com a realidade atual.

Tema IN RFB 1.888/2019 DeCripto
Natureza Obrigação acessória Obrigação acessória
Objetivo Informar operações Modernizar e ampliar o reporte
Abrangência Operações mensais Operações, saldos e informações complementares
Fiscalização Cruzamento limitado Cruzamento muito mais abrangente
Cria novo imposto? Não Não

O principal avanço não está na criação de novas obrigações tributárias, mas na ampliação da capacidade de fiscalização da Receita Federal.

Qual a relação entre a DeCripto e a Lei 14.754/2023?

Embora frequentemente citadas em conjunto, a DeCripto e a Lei nº 14.754/2023 tratam de assuntos diferentes.

A DeCripto define quais informações devem ser enviadas à Receita Federal sobre operações com criptoativos.

Já a Lei 14.754/2023 estabelece regras de tributação para determinadas aplicações financeiras e ativos mantidos no exterior.

Na prática, as duas normas se complementam. Enquanto uma amplia o fluxo de informações para o Fisco, a outra disciplina como determinados ganhos e rendimentos devem ser tributados.

Quem será impactado pela DeCripto?

Investidores

A DeCripto afeta tanto investidores quanto empresas que atuam com ativos virtuais.

Quem investe em criptomoedas precisará manter um histórico completo das operações realizadas, especialmente quando utiliza diferentes exchanges ou realiza movimentações entre carteiras.

É recomendável manter organizados:

  • extratos;
  • custo de aquisição;
  • histórico de compras e vendas;
  • transferências entre carteiras;
  • operações realizadas no exterior;
  • documentação de suporte.

Quanto mais organizado estiver esse histórico, menor o risco de inconsistências futuras.

Exchanges e empresas

Para exchanges, VASPs e demais empresas do setor, a DeCripto reforça a necessidade de processos sólidos de compliance e governança de dados.

Entre os principais pontos de atenção estão:

  • qualidade das informações reportadas;
  • conciliação de operações;
  • identificação correta dos usuários;
  • trilhas de auditoria;
  • classificação das operações;
  • controles internos.

O reporte fiscal deixa de ser apenas uma obrigação operacional e passa a fazer parte da estrutura de governança da empresa.

A DeCripto cria imposto sobre criptomoedas?

Não.

A DeCripto não cria qualquer novo imposto sobre criptomoedas.

Ela apenas amplia a obrigação de prestar informações à Receita Federal.

Os tributos continuam sendo apurados conforme a legislação vigente, incluindo as regras aplicáveis ao Imposto de Renda, ganho de capital e demais normas tributárias.

O que muda é a capacidade da Receita Federal de verificar se as informações declaradas são compatíveis com os dados recebidos de outras fontes.

Por que a DeCripto aumenta o risco de malha fina?

Com a DeCripto, a Receita Federal passa a receber informações mais detalhadas sobre operações realizadas por investidores e empresas.

Isso permite cruzar dados entre:

  • declarações do contribuinte;
  • informações enviadas por exchanges;
  • movimentações financeiras;
  • saldos;
  • operações realizadas no exterior;
  • documentos fiscais.

Assim, o risco deixa de estar apenas na ausência de declaração e passa também a envolver divergências, informações incompletas ou falta de documentação que comprove a origem e o histórico dos ativos.

Como se preparar para a DeCripto?

A melhor forma de se preparar é manter todas as operações organizadas e documentadas.

Para investidores

  • baixar os extratos de todas as exchanges;
  • revisar custos de aquisição;
  • conferir saldos;
  • organizar transferências entre carteiras;
  • revisar declarações anteriores;
  • manter documentação de suporte.

Para empresas

  • revisar processos internos;
  • validar cadastros e informações;
  • conciliar operações e saldos;
  • revisar os leiautes de reporte;
  • manter trilhas de auditoria e documentação técnica.

Antecipar essa organização reduz riscos e facilita o cumprimento das novas obrigações.

Conclusão

A DeCripto representa uma evolução na fiscalização dos criptoativos no Brasil. Ela não cria novos tributos, mas amplia significativamente a qualidade das informações recebidas pela Receita Federal e sua capacidade de cruzamento de dados.

Para investidores, isso significa que manter um histórico organizado das operações deixa de ser apenas uma boa prática e passa a ser essencial.

Para exchanges e empresas do setor, a DeCripto reforça a importância da governança, da qualidade dos dados e do compliance fiscal.

Quanto antes essa organização for implementada, menor será o risco de inconsistências e maior será a segurança no relacionamento com o Fisco.

Precisa organizar suas operações com criptomoedas ou adequar sua empresa às novas exigências da Receita Federal? Fale com a equipe da Declare Cripto e descubra como simplificar esse processo com segurança e tecnologia.

Perguntas Frequentes

O que é a DeCripto?

A DeCripto é a nova obrigação acessória da Receita Federal para ampliar o reporte de informações sobre operações com criptoativos. Ela substitui a IN RFB nº 1.888/2019.

A DeCripto cria um novo imposto sobre criptomoedas?

Não. A DeCripto não cria novos tributos. Ela moderniza a forma como as informações sobre operações com criptoativos são enviadas à Receita Federal.

Quem será impactado pela DeCripto?

Investidores, exchanges, VASPs e empresas que atuam com ativos virtuais serão impactados pelas novas exigências de reporte e organização das informações.

Qual a diferença entre a DeCripto e a IN RFB nº 1.888/2019?

A DeCripto amplia o detalhamento das informações enviadas à Receita Federal, aumenta a capacidade de cruzamento de dados e atualiza o modelo de fiscalização para a realidade atual do mercado.

Imposto sobre Criptomoedas: o que todo iniciante precisa saber

Entrar em cripto é empolgante. Pra investir com tranquilidade, você só precisa de duas coisas: saber quando declarar e saber quando pagar, o resto a tecnologia resolve.

O essencial em 30 segundos

  • Brasil (exchanges nacionais / nacionalizadas): você só paga IR sobre o lucro nos meses em que suas vendas somarem mais de R$ 35 mil (todas as criptos juntas). O recolhimento é via DARF até o último dia útil do mês seguinte.

  • Exterior (exchanges fora do Brasil): quando a custódia ou negociação acontece lá fora, os rendimentos (inclui ganhos nas vendas) entram como aplicações financeiras no exterior e são tributados a 15% na declaração anual (DAA), pelo regime de caixa (ano-base 2024 em diante). Compensa perdas com ganhos do mesmo ano.

  • Informes mensais (IN 1.888): se você operar fora de exchange brasileira (exterior ou DeFi) e seu total de operações no mês passar de R$ 30 mil, precisa informar essas movimentações à Receita.

  • Permuta conta: troca cripto-por-cripto entra no cálculo do volume mensal e pode gerar imposto se houver lucro.

  • Status da MP 1.303/2025: a MP que mudaria regras (incluindo o fim da isenção dos R$ 35 mil) expirou em 08/10/2025, portanto valem as regras atuais acima.

Quando eu pago imposto?

Brasil (nacional)

  • Paga quando: em um mês você vender mais de R$ 35.000 no total e tiver lucro.

  • Como paga: DARF 4600 até o último dia útil do mês seguinte.

  • Observação: o limite é sobre o total vendido, não o lucro.

    • Exemplo: vendeu R$ 36.000 e lucrou R$ 100 → paga sobre os R$ 100.

    • Vendeu R$ 34.000 com lucro → isento naquele mês.

Exterior (exchanges fora do Brasil)

  • O que muda: cripto custodiado ou negociado no exterior é tratado como aplicação financeira no exterior.

  • Alíquota/base: 15% sobre rendimentos (inclui ganhos nas vendas), apurados no ano e lançados na DAA pelo regime de caixa.

  • Perdas: dá pra compensar perdas com ganhos do mesmo ano (e carregar para anos seguintes, dentro das regras).

  • Tradução prática: “Faço trades só em exchange fora?” → seus ganhos entram no IR anual a 15%, sem usar DARF mensal do GCAP para essas operações.

Tenho que declarar posse?

Sim, se você já declara Imposto de Renda e em 31/12 tinha R$ 5.000 ou mais por tipo de cripto (custo de aquisição).
Informe em Bens e Direitos (Grupo 08 – Criptoativos), com o código do ativo.

E os informes mensais (IN 1.888)?

  • Quem informa: você informa quando opera fora de exchange brasileira (exterior ou protocolos DeFi).

  • Quando informa: se o total de operações no mês (somando compras, vendas, permuta, etc.) passar de R$ 30.000.

  • Prazo: até o último dia útil do mês seguinte às operações.

Exemplos rápidos

  • Vendeu R$ 40 mil na exchange BR e lucrou R$ 800: DARF no mês seguinte sobre R$ 800.

  • Fez R$ 50 mil de volume na exchange estrangeira: precisa enviar IN 1.888 no mês seguinte (passou de R$ 30 mil).

  • Trade em exchange no exterior (lucro no ano): entra no IR anual a 15%, com possibilidade de compensar perdas.

Como a Declare Cripto ajuda (sem fricção)

  • Conecta suas corretoras (BR, exterior e wallets).

  • Acompanha limites (R$ 35 mil / R$ 30 mil) e te avisa da obrigatoriedade no prazo.

  • Calcula o que importa (lucro/resultado) conforme a regra aplicável.

  • Gera a DARF quando for Brasil; prepara o consolidado pro IR anual quando for exterior.

 Comece do jeito certo com a Declare Cripto

Perguntas Frequentes

Só comprei, não vendi. Pago algo?

Não. Sem venda lucrativa, não tem DARF. A posse pode ter que ser declarada (≥ R$ 5.000 por tipo).

Permuta (cripto por cripto) entra no jogo?

Sim. Conta no volume mensal e pode gerar imposto se houver lucro.

A MP de 2025 mudou a regra dos R$ 35 mil?

Não. A MP 1.303/2025 caducou em 08/10/2025 (não virou lei). Mantém-se a isenção dos R$ 35 mil por mês no Brasil.

Aviso de risco: criptoativos são voláteis e envolvem riscos. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento.

Principais Erros na Declaração de Cripto em 2025 e Como Evitá-los

Comece com o que importa: evitar problemas com a Receita

Declarar criptoativos ficou sério. Em 2025, com sistemas de fiscalização cada vez mais inteligentes, qualquer descuido pode significar multas, notificações ou cair na malha fina.
Você não precisa dominar leis fiscais. Mas precisa saber o que não pode errar.

1. Omitir seus criptoativos

Mesmo que você não tenha vendido nada, a Receita quer saber que você possui.

Erro comum: Não declarar cripto na ficha de Bens e Direitos.
A regra: Valor de aquisição a partir de R$ 5.000 precisa ser declarado.
Como evitar:
Use o grupo 08 (Criptoativos), com o código conforme o ativo (BTC = 01, ETH = 02, etc.). Informe a quantidade e o custo de aquisição.

2. Ignorar o imposto mensal (DARF)

O acerto não acontece apenas em abril.

Erro comum: Esperar a declaração anual para pagar imposto.
A regra: Vendeu mais de R$ 35 mil no mês e teve lucro? Deve pagar DARF até o fim do mês seguinte.
Como evitar:
Monitore seu volume de vendas todo mês. Acima do limite, calcule, gere e pague a DARF no prazo.

3. Errar no preço médio

Tudo começa pelo custo de aquisição.

Erro comum: Usar valores aleatórios e esquecer taxas.
A regra: Preço médio ponderado mais todas as taxas envolvidas.
Como evitar:
Recalcule a cada nova compra. Prefira sistemas automáticos, já que planilhas manuais aumentam o risco de erros.

4. Esquecer que permuta também gera imposto

Trocar cripto por cripto não isenta você da tributação.

Erro comum: Achar que não precisa declarar a troca de BTC por ETH.
A regra: Permuta é venda. O valor de mercado recebido é base para o imposto.
Como evitar:
Registre tudo. Some esse valor às suas vendas do mês. Se o total ultrapassar R$ 35 mil, há imposto devido.

A solução definitiva é automatizar

Você não precisa correr riscos.
A Declare Cripto cuida de tudo para você:

  • Calcula seu preço médio com precisão

  • Monitora vendas e permutas

  • Gera DARFs automaticamente

  • Garante uma declaração sem erros

👉 Segurança fiscal com um clique. Experimente a Declare Cripto agora.

Conclusão

Erros na declaração de cripto não são pequenos detalhes, são grandes riscos.
Se você quer investir com tranquilidade em 2025, precisa estar em conformidade.
A melhor forma de fazer isso é automatizar com inteligência.
Declare certo. Durma tranquilo.

Perguntas Frequentes

Recebi airdrops ou staking. Preciso declarar?

Sim. Declare como “Bens e Direitos”. Use o valor de mercado na data do recebimento. O custo de aquisição é zero.

Uso corretoras no exterior. Muda algo?

Nada muda. A obrigação de declarar é sua como residente fiscal no Brasil.

O limite de R$ 35 mil é sobre lucro?

Não. O limite é sobre o total vendido no mês, incluindo permutas.

O Que São Criptoativos? Guia Completo para Iniciantes em Investimentos Digitais

Seu Primeiro Passo no Mundo Cripto

Você provavelmente já ouviu falar de Bitcoin, Ethereum e outras moedas digitais. Mas afinal, o que exatamente são criptoativos?
Se você é novo neste universo, é normal se sentir sobrecarregado com tantos termos e tecnologias. A boa notícia é que tudo começa com alguns conceitos simples e poderosos.

Este guia foi criado para ser o seu ponto de partida. Vamos desmistificar os criptoativos, explicar a tecnologia por trás deles e mostrar por que representam uma das maiores inovações financeiras da era digital. Ao final, você estará pronto para dar os primeiros passos com mais confiança, clareza e segurança.

O Que É um Criptoativo, Afinal?

Em sua essência, um criptoativo é um ativo digital protegido por criptografia e registrado em uma rede descentralizada. Vamos simplificar:

  • Ativo Digital: Ele não existe fisicamente como uma nota ou uma barra de ouro. Vive exclusivamente no mundo digital.

  • Rede Descentralizada: Não depende de bancos ou governos. O controle é compartilhado entre milhares de computadores pelo mundo.

  • Criptografia Avançada: Protege as informações e impede fraudes. É praticamente inviolável sem as chaves corretas.

A Tecnologia Mágica: Entendendo a Blockchain

A blockchain é a espinha dorsal dos criptoativos. Pense nela como um livro-caixa digital, imutável e público.
Cada transação é registrada em blocos que são conectados em cadeia (block-chain). Esses registros são verificados por vários computadores na rede (nós), criando um sistema confiável sem intermediários.

O resultado? Um histórico permanente, transparente e resistente a fraudes. É assim que a blockchain substitui a confiança em bancos por confiança no código.

Tipos de Criptoativos: Muito Além do Bitcoin

1. Criptomoedas

Projetadas para funcionar como dinheiro digital: meio de troca, reserva de valor e unidade de conta.
Exemplos: Bitcoin (BTC), Litecoin (LTC)

2. Tokens de Plataforma (Utility Tokens)

Permitem acessar produtos ou serviços dentro de um ecossistema digital.
Exemplos: Ethereum (ETH) para taxas e contratos inteligentes, Chainlink (LINK)

3. Stablecoins

Criptoativos com valor estável, geralmente atrelados ao dólar. Servem como ponte com o sistema financeiro tradicional.
Exemplos: Tether (USDT), USD Coin (USDC)

A Jornada do Investidor Começa com Conhecimento

Entender o que são criptoativos é o primeiro e mais importante passo. Afinal, você está lidando com uma nova classe de ativos que exige aprendizado constante.

E aqui entra um ponto crítico: à medida que você constrói seu patrimônio digital, também surgem responsabilidades fiscais, como a declaração correta desses ativos à Receita Federal.

Não Preciso Declarar Cripto no Brasil?

Sim, precisa. Mesmo que você não tenha vendido ou obtido lucro com seus criptoativos, a Receita Federal exige que você declare a posse dessas moedas digitais se o valor total ultrapassar R$ 5 mil.
Além disso, movimentações mensais acima de R$ 30 mil devem ser informadas separadamente. O não cumprimento pode gerar multas e problemas fiscais.

Declarar corretamente é uma obrigação legal e também uma forma de proteger seu patrimônio.

Comece com Segurança: Use Ferramentas que Facilitam sua Vida

A complexidade não precisa ser um obstáculo. Plataformas como a Declare Cripto foram criadas para simplificar o lado burocrático, organizando suas transações, automatizando cálculos e garantindo conformidade fiscal.

Com poucos cliques, você evita erros, multas e ainda economiza tempo.

Conheça a Declare Cripto e invista com tranquilidade.

Conclusão: O Valor Vai Muito Além do Dinheiro

Criptoativos não são apenas “moedas da internet”. Eles representam uma mudança de paradigma na forma como lidamos com valor, propriedade e confiança.

Compreender seus fundamentos é essencial para quem quer aproveitar essa revolução de forma consciente, segura e lucrativa.

Se você chegou até aqui, parabéns. Isso já coloca você à frente de muitos iniciantes. Continue estudando, testando e aprendendo. O futuro é digital, e você está no caminho certo. Compartilhe este guia com quem está começando e vamos juntos construir uma comunidade cripto mais consciente e preparada.

Perguntas Frequentes

Bitcoin e Criptoativo são a mesma coisa?

Não. Bitcoin é um tipo de criptoativo. Criptoativo é o termo guarda-chuva que inclui Bitcoin, Ethereum, stablecoins e outros tokens.

Preciso entender de tecnologia para investir?

Não precisa ser programador, mas é importante entender o básico sobre blockchain e descentralização.

Criptoativos são seguros?

A blockchain é extremamente segura. Os maiores riscos estão na volatilidade, no armazenamento seguro da sua chave privada e na escolha de corretoras confiáveis.

Brasil movimenta US$ 318,8 bilhões em cripto e cresce 109,9% em um ano: o que isso significa para investidores?

O Brasil acaba de consolidar sua posição como protagonista da criptoeconomia latino-americana. Segundo o relatório 2025 Geography of Cryptocurrency Report, da Chainalysis, o país movimentou US$ 318,8 bilhões em criptoativos entre julho de 2024 e junho de 2025, um salto de 109,9% em relação ao ano anterior.
Esse crescimento é acompanhado pelo domínio das stablecoins, que representam mais de 90% dos fluxos de criptoativos nacionais. Mas, afinal, o que esses números revelam para o investidor brasileiro e como se preparar para esse cenário?

O Brasil na liderança regional

  • Volume movimentado: US$ 318,8 bilhões.

  • Crescimento anual: +109,9%.

  • Comparação regional: Brasil supera Argentina (US$ 93,9 bi), México (US$ 71,2 bi), Venezuela (US$ 44,6 bi) e Colômbia (US$ 44,2 bi).

Esse protagonismo reforça o Brasil como motor da criptoeconomia na América Latina, além de colocá-lo entre os cinco países que mais adotam criptomoedas no mundo.

O papel das stablecoins

As stablecoins já representam mais de 90% dos fluxos brasileiros, servindo como principal meio de pagamentos e remessas internacionais.
Isso mostra que o uso das criptos vai além da especulação: elas estão cada vez mais ligadas ao dia a dia econômico, especialmente em contextos de volatilidade cambial.

Regulação e segurança

Outro ponto destacado pela Chainalysis é a base regulatória brasileira em evolução.

  • Implementação da Lei de Ativos Virtuais (2022/2023).

  • Consultas públicas nº 109, 110 e 111 realizadas em 2024.

  • Expectativa de novas regras até o fim de 2025, com o Banco Central como autoridade responsável pelo AML/CFT.

Esse avanço regulatório fortalece a confiança de investidores e instituições, tornando o ambiente cripto brasileiro mais seguro e transparente.

Impacto para o investidor

O crescimento de mais de 100% em apenas um ano reforça a necessidade de os investidores estarem atentos à regularização fiscal.
O aumento da adoção vem acompanhado de maior fiscalização por parte da Receita Federal, especialmente sobre operações em stablecoins e exchanges.
👉 Aqui entra a importância da Declare Cripto: nossa plataforma ajuda você a cumprir todas as exigências legais, calcular tributos e evitar riscos de multas, com praticidade e segurança.

Conclusão

O Brasil se consolida como potência na criptoeconomia global, com crescimento acelerado, stablecoins dominando o mercado e uma regulação mais robusta. Para o investidor, isso representa oportunidades, mas também responsabilidades fiscais cada vez maiores.
Se você investe em cripto, o momento de se preparar é agora. A Declare Cripto conecta você à conformidade fiscal de forma simples, segura e eficiente.


Perguntas Frequentes

O que significa o Brasil ter movimentado US$ 318,8 bilhões em cripto?

Isso mostra a expansão do mercado cripto no país e a consolidação do Brasil como líder regional e destaque global.

Por que as stablecoins dominam o mercado brasileiro?

Porque elas oferecem estabilidade, facilitam pagamentos e remessas internacionais, reduzindo a volatilidade típica de outras criptomoedas.

Preciso declarar stablecoins à Receita Federal?

Sim. Stablecoins também são criptoativos e estão sujeitos às regras de declaração e tributação no Brasil.

Como a Declare Cripto pode me ajudar?

A plataforma automatiza o cálculo de tributos, integra diversas exchanges e garante conformidade com a Receita, evitando multas e dores de cabeça.