Arquivo para Tag: Criptomoedas

Ripio vira alvo de reclamações após criptomoedas aparecerem em declarações de Imposto de Renda

A corretora de criptomoedas Ripio passou a enfrentar uma onda de reclamações de usuários após registros de criptomoedas aparecerem em declarações pré-preenchidas do Imposto de Renda. Alguns contribuintes afirmam que nunca compraram ativos digitais pela plataforma e demonstraram preocupação com possíveis problemas fiscais.

O caso ganhou repercussão após diversas queixas registradas em plataformas de reclamação de consumidores, levantando dúvidas sobre como determinadas criptomoedas foram vinculadas aos CPFs dos usuários.

Cashback em criptomoeda estaria por trás das informações

Segundo a própria empresa, os registros que aparecem na declaração de alguns contribuintes estão relacionados a valores recebidos em Mercado Coin (MCN) ou Meli Dólar (MUSD). Esses ativos digitais eram distribuídos como cashback em compras realizadas no ecossistema do Mercado Livre e do Mercado Pago.

A Ripio explica que esses tokens ficam sob custódia da empresa, que mantém parceria com o Mercado Livre desde 2022 para a gestão desses ativos digitais. Por essa razão, os valores podem aparecer vinculados ao CPF dos usuários em relatórios enviados à Receita Federal.

Usuários relatam surpresa ao iniciar a declaração

Alguns consumidores relataram ter descoberto as criptomoedas ao acessar a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda. Há casos de pessoas que afirmam não conhecer a empresa ou não se lembrar de ter adquirido qualquer criptomoeda.

Entre as preocupações relatadas estão o risco de cair na malha fina ou de ter informações fiscais incorretas associadas ao CPF. Em alguns casos, usuários disseram que pretendem procurar órgãos de defesa do consumidor ou até a Justiça para esclarecer a situação.

Ripio afirma cumprir obrigação legal com a Receita

Em nota, a empresa afirmou que as informações aparecem nas declarações porque a custódia desses tokens é administrada pela própria plataforma. Dessa forma, existe obrigação de reportar os dados às autoridades fiscais.

Segundo a corretora, os valores registrados refletem tokens distribuídos ou adquiridos dentro do aplicativo do Mercado Pago, conforme previsto nos termos de uso do serviço.

Mercado Livre anuncia fim da Mercado Coin

Em meio às reclamações, o Mercado Livre informou que irá encerrar o programa da Mercado Coin, criptomoeda usada como recompensa em seu sistema de cashback.

De acordo com comunicado enviado aos usuários, a partir de abril não será mais possível comprar, vender ou receber novas recompensas nesse ativo. Quem ainda possuir tokens poderá vendê-los ou utilizá-los antes do prazo final, quando o saldo remanescente será automaticamente convertido para reais.

Impacto para quem declara criptomoedas

O episódio evidencia como informações relacionadas a criptoativos podem aparecer automaticamente em bases de dados utilizadas pela Receita Federal.

Mesmo valores recebidos como cashback ou recompensas em plataformas digitais podem gerar registros vinculados ao CPF do usuário, reforçando a importância de revisar cuidadosamente os dados da declaração pré-preenchida.

Fonte: Portal do Bitcoin – “Ripio é alvo de reclamações por criptomoedas listadas no Imposto de Renda”

Perguntas Frequentes

Por que criptomoedas apareceram no Imposto de Renda de alguns usuários?

Segundo a Ripio, os valores estão relacionados a tokens recebidos como cashback em programas do Mercado Livre ou adquiridos pelo aplicativo do Mercado Pago.

Essas criptomoedas foram compradas pelos usuários?

Nem sempre. Em muitos casos os ativos foram distribuídos automaticamente como recompensa em compras ou programas de fidelidade.

Isso pode causar problemas na declaração?

Se os dados estiverem incorretos ou desconhecidos pelo contribuinte, é importante revisar a declaração e buscar esclarecimentos para evitar inconsistências fiscais.

Receita Federal usa IA para rastrear criptomoedas e vira referência internacional

A Receita Federal do Brasil vem ganhando protagonismo global ao utilizar inteligência artificial para monitorar operações com criptoativos e identificar atividades suspeitas no mercado. A tecnologia, que já rastreia corretoras e transações em blockchain, foi apresentada em um evento internacional e passou a ser vista como modelo por outras autoridades fiscais.

O avanço reforça o papel do Brasil na fiscalização de ativos digitais e no combate a crimes financeiros envolvendo criptomoedas.

IA da Receita Federal e o rastreamento de criptoativos

O destaque brasileiro ocorreu durante uma conferência internacional sobre ativos virtuais e lavagem de dinheiro, que reuniu autoridades de diversos países. A Receita Federal foi a única administração tributária presente no encontro, demonstrando sua atuação direta no combate ao uso ilícito de criptomoedas.

O principal ponto apresentado foi o uso do chamado Projeto Analytics, uma plataforma que processa centenas de milhões de transações por ano com apoio de inteligência artificial e análise de redes complexas.

Como funciona o sistema de monitoramento

A tecnologia desenvolvida pela Receita cruza dados fiscais tradicionais com informações extraídas diretamente da blockchain, permitindo identificar:

  • Beneficiários finais de transações

  • Estruturas societárias ocultas

  • Operações suspeitas em exchanges

  • Esquemas como pirâmides financeiras e lavagem de dinheiro

Além disso, o sistema já é capaz de mapear corretoras que operam sem registro no Brasil e rastrear fluxos financeiros internacionais envolvendo criptoativos.

Brasil como referência global em fiscalização cripto

A atuação brasileira chamou atenção internacional, especialmente por integrar inteligência artificial com dados fiscais e blockchain em uma mesma estrutura de análise.

Durante o evento, autoridades internacionais destacaram o modelo brasileiro como referência para fortalecer o combate ao crime financeiro transnacional. A iniciativa também influenciou discussões sobre maior participação de administrações tributárias em organismos internacionais de combate à lavagem de dinheiro.

Integração com padrões globais

O avanço da Receita Federal também está alinhado com a implementação de padrões internacionais como o Crypto-Asset Reporting Framework (CARF), que prevê a troca automática de informações entre países.

Esse cenário amplia a capacidade de rastreamento global e reduz o anonimato em operações com criptomoedas, especialmente quando envolvem múltiplas jurisdições.

O uso de inteligência artificial pela Receita Federal marca uma nova fase na fiscalização de criptoativos no Brasil. Com tecnologia avançada e integração internacional, o país passa a ocupar posição estratégica no combate a crimes financeiros envolvendo blockchain.

Para investidores, o recado é claro: o nível de rastreabilidade aumentou, e a conformidade fiscal se torna cada vez mais essencial.

Fonte: Livecoins – “IA da Receita Federal do Brasil rastreia corretoras de criptomoedas e vira modelo no exterior”

Perguntas Frequentes

A Receita Federal consegue rastrear criptomoedas?

Sim. Com uso de inteligência artificial e análise de blockchain, o órgão consegue identificar transações, padrões suspeitos e até beneficiários finais em determinadas operações.

A tecnologia afeta investidores comuns?

Não diretamente. O foco é combater atividades ilícitas, mas o aumento da fiscalização exige maior atenção à conformidade fiscal por parte dos investidores.

O Brasil está avançado nesse tipo de monitoramento?

Sim. O modelo brasileiro já foi apresentado internacionalmente e passou a ser considerado referência por outras autoridades fiscais.

Paraguai passa a exigir declaração fiscal de operações com criptomoedas

O Paraguai deu um novo passo na supervisão do mercado de criptoativos ao estabelecer uma obrigação fiscal para operações envolvendo criptomoedas. A medida determina que residentes e empresas que movimentem ativos digitais acima de determinados valores deverão informar essas transações às autoridades fiscais.

A iniciativa marca uma mudança importante no posicionamento do país, que historicamente era visto como uma jurisdição mais flexível para atividades envolvendo criptomoedas.

Nova obrigação fiscal para criptoativos

A regra foi introduzida por meio da Resolução 47/26 da autoridade tributária paraguaia (DNIT), que passa a exigir o reporte detalhado de transações com criptomoedas. Entre os dados que poderão ser informados às autoridades estão:

  • Endereços de carteira digital

  • Hashes de transação

  • Redes utilizadas nas operações

O objetivo é integrar o mercado de criptoativos ao sistema de fiscalização tributária e fortalecer o monitoramento de atividades financeiras envolvendo ativos digitais.

Operações acima de limite anual entram no radar

A regulamentação prevê que operações com criptomoedas acima de US$ 5 mil por ano deverão ser reportadas ao fisco. A regra pode atingir diferentes tipos de movimentações, incluindo transferências, doações, heranças e negociações envolvendo ativos digitais.

A medida também se alinha a recomendações internacionais de combate à lavagem de dinheiro e financiamento ilícito, especialmente às diretrizes do Financial Action Task Force (FATF) para ativos virtuais.

Paraguai mantém sistema tributário territorial

Apesar do aumento da supervisão, o país continua operando sob um sistema tributário territorial, no qual apenas rendimentos gerados dentro do Paraguai são tributados. Isso significa que muitos ganhos com criptomoedas obtidos em exchanges internacionais ainda podem permanecer fora da base tributária local.

Esse modelo tem sido um dos fatores que atraem investidores e empreendedores do setor de ativos digitais para o país.

Movimento global de regulação

A nova obrigação fiscal acompanha uma tendência global de maior supervisão sobre criptomoedas. Diversos países vêm criando mecanismos de monitoramento para integrar os ativos digitais aos sistemas tradicionais de fiscalização financeira.

No caso do Paraguai, a regulamentação representa um equilíbrio entre manter um ambiente competitivo para inovação e ampliar a transparência sobre operações envolvendo criptoativos.

Fonte: Ascen Crypto Newsletter

Perguntas Frequentes

O Paraguai passou a cobrar imposto sobre criptomoedas?

Não necessariamente. A nova regra estabelece principalmente uma obrigação de declaração e reporte de transações, enquanto o sistema territorial do país continua limitando a tributação a rendimentos gerados dentro do Paraguai.

Quem precisa declarar operações com criptomoedas?

Residentes e empresas que realizarem operações com ativos digitais acima de determinados limites anuais podem ter que informar essas transações às autoridades fiscais.

O que muda para investidores em criptomoedas no Paraguai?

A principal mudança é o aumento da transparência e rastreabilidade das operações, com exigência de reporte de dados técnicos como carteiras e transações.

Receita Federal aplica R$ 54 milhões em multas por erros na declaração de criptomoedas

A Receita Federal já aplicou cerca de R$ 54 milhões em multas em fiscalizações relacionadas a erros, inconsistências e omissões na declaração de operações com criptomoedas no Brasil.

As informações constam em um documento enviado pelo Fisco ao Congresso Nacional após questionamentos da Câmara dos Deputados sobre a fiscalização de apostas eletrônicas e operações com criptoativos.

Segundo a Receita, o valor é resultado de dez fiscalizações já concluídas, focadas na verificação de inconformidades na apuração de ganho de capital tributável e de rendimentos vinculados a ativos virtuais. Os autos de infração foram lavrados de ofício após a identificação de problemas nas declarações apresentadas pelos contribuintes.

O órgão afirma que a fiscalização de criptoativos integra um macroprocesso de controle tributário, baseado no cruzamento de dados declarados pelos próprios contribuintes com informações fornecidas por terceiros, obtidas por meio de obrigações acessórias e outros canais legais.

No caso das criptomoedas, a principal base de dados utilizada é a Declaração de Criptoativos (DeCripto), instituída pela Instrução Normativa nº 1.888, de 2019, e atualizada pela Instrução Normativa nº 2.291, de 2025.

A Receita também informou que participa de processos para aquisição de softwares especializados em rastreamento e análise de transações em blockchain, com o objetivo de ampliar o monitoramento de operações realizadas fora do sistema financeiro tradicional. Ainda assim, reconhece limitações técnicas, especialmente pela ausência de intercâmbio automático de informações com outros países.

Essa lacuna deve começar a ser reduzida a partir de 2027, com a implementação do Crypto Asset Reporting Framework (CARF), iniciativa da OCDE que permitirá o envio e recebimento automático de informações sobre criptoativos entre o Brasil e outras jurisdições.

O Fisco afirmou ainda que não possui estimativa oficial do volume total de criptoativos mantidos por brasileiros e não declarados.

Fonte: Portal do Bitcoin – Receita já aplicou R$ 54 milhões em multas por erros em declarações de criptomoedas

Perguntas Frequentes (FAQ)

O que motivou as multas aplicadas pela Receita Federal?

Erros, inconsistências e omissões na declaração de operações com criptomoedas.

Qual foi o valor total das multas já aplicadas?

Cerca de R$ 54 milhões, segundo a Receita Federal.

Quantas fiscalizações resultaram nessas autuações?

Dez fiscalizações já concluídas.

O Que é uma Exchange de Criptomoedas e Como Escolher a Melhor

 

A porta de entrada para o universo cripto começa aqui

Para quem está iniciando no mundo dos criptoativos, tudo começa com uma decisão: onde comprar e vender suas criptomoedas com segurança. As exchanges são o primeiro passo — a ponte entre o dinheiro tradicional e a nova economia digital.
Mas o que é, de fato, uma exchange? Como funciona? E como escolher a melhor entre tantas opções? Respire fundo. Este guia foi feito para você.

1. O que é uma Exchange de Criptomoedas?

Uma exchange é uma plataforma online onde você compra, vende ou troca criptoativos — como se fosse uma casa de câmbio digital. A diferença? Em vez de trocar reais por dólares, você troca reais por Bitcoin, Ethereum ou outras criptos.

2. Como Funciona uma Exchange

As exchanges conectam compradores e vendedores em tempo real. Elas mantêm um livro de ofertas onde suas ordens são listadas e “casadas” com ordens de outros usuários.
Você compra. Alguém vende. A plataforma executa a operação e cobra uma pequena taxa. Simples assim. E o melhor: muitas ainda oferecem custódia dos ativos, mantendo suas criptos seguras — ou pelo menos deveriam.

3. Centralizada ou Descentralizada? Qual a Diferença?

Exchanges Centralizadas (CEX)

  • Operadas por empresas
  • Interface simples
  • Alta liquidez
  • Você entrega a custódia dos seus ativos
  • Exemplos: Binance, Coinbase, Mercado Bitcoin

Exchanges Descentralizadas (DEX)

  • Operam direto na blockchain
  • Mais privacidade
  • Controle total dos fundos
  • Exigem conhecimento técnico
  • Exemplos: Uniswap, PancakeSwap

4. Como Escolher a Melhor Exchange: 5 Pontos-Chave

 Segurança

Segurança não é um recurso extra — é o mínimo. Priorize plataformas que levem isso a sério:

  • Autenticação de dois fatores (2FA)
  • Armazenamento em cold wallets para a maior parte dos fundos
  • Histórico de segurança sólido, sem grandes incidentes
  • Fundos de reserva ou seguros, como o SAFU (Secure Asset Fund) da Binance
  • Testes de resiliência e auditorias externas regulares

Esses elementos demonstram compromisso com a proteção dos seus ativos e a estabilidade da plataforma.

Taxas

Compare as taxas de negociação, depósito e saque. Algumas cobram menos por volumes altos, outras são mais vantajosas para quem está começando. Avalie o custo-benefício.

Liquidez

Alta liquidez significa mais facilidade para comprar ou vender sem oscilações bruscas de preço. Evite exchanges onde seus pedidos “travam” por falta de demanda.

Variedade de Criptos

Quer diversificar sua carteira? Prefira exchanges com uma boa seleção de ativos — das moedas mais consolidadas às promissoras altcoins.

Usabilidade e Suporte

Uma interface simples, em português, com suporte acessível, faz toda a diferença — principalmente nos primeiros passos.

5. E as Obrigações Fiscais? A Gente Resolve.

Não importa quantas exchanges você use — os impostos continuam com você. A boa notícia? A Declare Cripto cuida disso para você.
Conecte suas exchanges, importe seu histórico automaticamente e organize tudo em um só lugar. A declaração de criptoativos, feita de forma simples, precisa e segura.
Opere em quantas exchanges quiser. A Declare Cripto organiza tudo.

Conclusão

Escolher a exchange certa não é só uma questão de praticidade — é sobre segurança, controle e tranquilidade. Invista com consciência. Comece com solidez. E conte com a Declare Cripto para cuidar da parte mais complexa.

Perguntas Frequentes

Posso usar mais de uma exchange?

Sim. Muitos investidores diversificam por taxas ou variedade. Só não esqueça da organização fiscal.

E se a exchange for hackeada?

Em CEXs, o risco existe. Prefira exchanges seguras e considere mover ativos para carteiras privadas.

Exchanges brasileiras são mais seguras?

Não necessariamente. Avalie a estrutura de segurança, não só a localização. Mas o suporte local pode ajudar.

Empresário é condenado a 17 anos por esquema milionário com criptomoedas no Brasil

Uma condenação que marca o setor cripto

A Justiça Federal condenou Dante Felipini, conhecido como “criptoboy”, a 17 anos, 5 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de evasão de divisas, organização criminosa e lavagem de dinheiro com uso de criptomoedas.
A sentença representa a primeira condenação de grande impacto da Operação Colossus, que investigava movimentações bilionárias em ativos digitais para fins ilícitos.

Como funcionava o esquema

Segundo a investigação, Felipini utilizava empresas de fachada e carteiras digitais para movimentar e ocultar recursos.
Apesar das menções a ligações com organizações internacionais, o juiz da 6.ª Vara Federal de São Paulo, Diego Paes Moreira, absolveu o réu das acusações de financiamento ao terrorismo e falsidade ideológica por falta de provas.
Felipini foi preso em janeiro de 2024 no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava embarcar para Dubai, após permanecer foragido por quase dois anos.

O impacto no combate à lavagem de dinheiro com criptoativos

A decisão reforça uma mensagem clara: as autoridades brasileiras estão ampliando o rigor sobre movimentações financeiras em criptomoedas.
A Operação Colossus revelou o uso de exchanges e estruturas empresariais para movimentar bilhões de reais em ativos digitais, demonstrando que o setor está cada vez mais sob escrutínio regulatório.

O que os investidores precisam aprender com isso

  • Rastreabilidade existe: a blockchain facilita investigações quando usada por órgãos competentes.
  • Declarar é obrigatório: ganhos e operações devem ser informados corretamente à Receita Federal.
  • Permuta também conta: trocar uma cripto por outra pode ser evento tributável.
  • Automatizar reduz riscos: plataformas confiáveis ajudam a manter conformidade e evitar problemas legais.

👉  A Declare Cripto permite organizar, calcular e declarar suas operações com segurança e precisão, reduzindo riscos fiscais e jurídicos.

Conclusão

A condenação de 17 anos de prisão no caso Colossus marca um divisor de águas no enfrentamento à lavagem de dinheiro com criptomoedas no Brasil.
Para investidores sérios, é um lembrete claro de que transparência e conformidade fiscal são fundamentais para operar com segurança nesse mercado em expansão.

Fonte: Portal do Bitcoin

Perguntas Frequentes

Preciso declarar criptoativos mesmo que não tenha vendido?

Sim. A posse de ativos digitais acima do limite exigido deve constar na ficha de “Bens e Direitos” da sua declaração.

Operações em corretoras estrangeiras também são fiscalizadas?

Sim. A obrigação de declarar vale para todos os criptoativos, inclusive os mantidos no exterior.

Trocar uma criptomoeda por outra gera imposto?

Na maioria dos casos sim, pois a permuta é tratada como alienação.

Automatizar a declaração ajuda de verdade?

Sim. Plataformas especializadas reduzem erros, calculam preço médio e ajudam a evitar multas e problemas com a Receita.