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Paraguai passa a exigir declaração fiscal de operações com criptomoedas

O Paraguai deu um novo passo na supervisão do mercado de criptoativos ao estabelecer uma obrigação fiscal para operações envolvendo criptomoedas. A medida determina que residentes e empresas que movimentem ativos digitais acima de determinados valores deverão informar essas transações às autoridades fiscais.

A iniciativa marca uma mudança importante no posicionamento do país, que historicamente era visto como uma jurisdição mais flexível para atividades envolvendo criptomoedas.

Nova obrigação fiscal para criptoativos

A regra foi introduzida por meio da Resolução 47/26 da autoridade tributária paraguaia (DNIT), que passa a exigir o reporte detalhado de transações com criptomoedas. Entre os dados que poderão ser informados às autoridades estão:

  • Endereços de carteira digital

  • Hashes de transação

  • Redes utilizadas nas operações

O objetivo é integrar o mercado de criptoativos ao sistema de fiscalização tributária e fortalecer o monitoramento de atividades financeiras envolvendo ativos digitais.

Operações acima de limite anual entram no radar

A regulamentação prevê que operações com criptomoedas acima de US$ 5 mil por ano deverão ser reportadas ao fisco. A regra pode atingir diferentes tipos de movimentações, incluindo transferências, doações, heranças e negociações envolvendo ativos digitais.

A medida também se alinha a recomendações internacionais de combate à lavagem de dinheiro e financiamento ilícito, especialmente às diretrizes do Financial Action Task Force (FATF) para ativos virtuais.

Paraguai mantém sistema tributário territorial

Apesar do aumento da supervisão, o país continua operando sob um sistema tributário territorial, no qual apenas rendimentos gerados dentro do Paraguai são tributados. Isso significa que muitos ganhos com criptomoedas obtidos em exchanges internacionais ainda podem permanecer fora da base tributária local.

Esse modelo tem sido um dos fatores que atraem investidores e empreendedores do setor de ativos digitais para o país.

Movimento global de regulação

A nova obrigação fiscal acompanha uma tendência global de maior supervisão sobre criptomoedas. Diversos países vêm criando mecanismos de monitoramento para integrar os ativos digitais aos sistemas tradicionais de fiscalização financeira.

No caso do Paraguai, a regulamentação representa um equilíbrio entre manter um ambiente competitivo para inovação e ampliar a transparência sobre operações envolvendo criptoativos.

Fonte: Ascen Crypto Newsletter

Perguntas Frequentes

O Paraguai passou a cobrar imposto sobre criptomoedas?

Não necessariamente. A nova regra estabelece principalmente uma obrigação de declaração e reporte de transações, enquanto o sistema territorial do país continua limitando a tributação a rendimentos gerados dentro do Paraguai.

Quem precisa declarar operações com criptomoedas?

Residentes e empresas que realizarem operações com ativos digitais acima de determinados limites anuais podem ter que informar essas transações às autoridades fiscais.

O que muda para investidores em criptomoedas no Paraguai?

A principal mudança é o aumento da transparência e rastreabilidade das operações, com exigência de reporte de dados técnicos como carteiras e transações.

B3 oficializa inclusão de ETFs de criptoativos no Mercado a Termo e amplia integração dos ativos digitais ao mercado de capitais

A B3 confirmou a inclusão de ETFs de criptoativos no Mercado a Termo, consolidando um novo avanço institucional dos ativos digitais no mercado de capitais brasileiro.

A medida, com vigência prevista para fevereiro de 2026, permite que investidores negociem ETFs lastreados em criptoativos com liquidação futura, dentro das regras formais da Bolsa brasileira. O movimento reforça a integração entre criptoativos, infraestrutura financeira tradicional e regulamentação do mercado.

O que muda para ETFs de criptoativos

Com a decisão da B3, os ETFs de criptoativos passam a operar também no Mercado a Termo, ampliando possibilidades estratégicas para investidores que atuam em ativos digitais dentro do ambiente regulado da Bolsa.

Na prática, isso permite:

  1. Estruturação de posições com prazo definido.

  2. Estratégias de alavancagem envolvendo ETFs de cripto.

  3. Operações táticas com previsibilidade contratual.

  4. Maior sofisticação no uso de instrumentos financeiros ligados a criptoativos.

O cripto deixa de ser apenas exposição à vista e passa a integrar, de forma mais profunda, o ecossistema de derivativos e operações estruturadas do mercado de capitais.

O que é o Mercado a Termo

O Mercado a Termo é um segmento da Bolsa onde a compra ou venda do ativo é contratada hoje, mas liquidada em data futura previamente acordada.

Tradicionalmente utilizado para ações e outros ativos financeiros, agora passa a contemplar ETFs de criptoativos, ampliando a presença dos ativos digitais na infraestrutura formal da B3.

Essa inclusão sinaliza maturidade regulatória e avanço na institucionalização do mercado de criptoativos no Brasil.

Impacto para investidores em criptoativos

A ampliação do Mercado a Termo para ETFs de criptoativos:

  • Aumenta a integração entre ativos digitais e mercado tradicional.

  • Reforça a formalização e supervisão das operações com cripto.

  • Eleva o nível de sofisticação das estratégias com ETFs de cripto.

  • Consolida o papel da Bolsa brasileira na regulação do setor.

Para investidores que já operam criptoativos via ETFs listados na B3, o novo modelo amplia alternativas operacionais sem sair do ambiente regulado.

Contexto regulatório e institucional

O movimento ocorre em meio ao avanço da regulamentação dos criptoativos no Brasil e à crescente supervisão do mercado de ativos digitais.

A inclusão dos ETFs de criptoativos no Mercado a Termo reforça o alinhamento entre:

  • Infraestrutura da Bolsa.

  • Regras prudenciais.

  • Segurança jurídica.

  • Expansão institucional do mercado cripto.

A tendência global de institucionalização dos criptoativos ganha, assim, mais um capítulo no mercado brasileiro.

Ao oficializar a inclusão de ETFs de criptoativos no Mercado a Termo, a B3 amplia a presença dos ativos digitais no mercado de capitais e fortalece a integração entre cripto, Bolsa e regulamentação.

É mais um passo na consolidação do ecossistema de criptoativos dentro da estrutura formal do sistema financeiro brasileiro.

Fonte: Comunicado oficial da B3.

Perguntas Frequentes

O que são ETFs de criptoativos?

São fundos negociados na Bolsa que replicam o desempenho de criptoativos, permitindo exposição ao mercado digital dentro do ambiente regulado.

O que significa negociar criptoativos a termo?

Significa contratar hoje a compra ou venda de ETFs de criptoativos com liquidação em data futura, seguindo regras da B3.

Isso muda a tributação de ETFs de criptoativos?

Não altera a regra tributária vigente, mas pode impactar o planejamento fiscal conforme a estratégia adotada.

Receita Federal divulga novas regras de reporte de criptomoedas com a DeCripto

A Receita Federal publicou a IN RFB nº 2.291, inaugurando a Declaração de Criptoativos (DeCripto) e substituindo a IN 1.888 de 2019. A atualização ocorre uma semana após o Banco Central divulgar suas próprias regras para o mercado cripto. A Receita vinha revisando suas normas desde 2024, quando abriu consulta pública e o Brasil aderiu ao padrão internacional CARF (Crypto Asset Reporting Framework).

Parte das obrigações entra em vigor imediatamente, mas os reportes estruturados começam a valer em 2026, com novos formulários mensais e anuais para operações com criptoativos.

Quem precisa declarar operações de criptomoedas

A DeCripto obriga exchanges e prestadoras de serviços de cripto que tenham presença, gestão, domicílio, domínio “.br”, acordos comerciais com entidades brasileiras ou publicidade direcionada ao público nacional.
A principal novidade é a inclusão das empresas estrangeiras que atendem brasileiros.

A obrigação também alcança pessoas físicas e jurídicas residentes no Brasil que operem com cripto:

• por meio de prestadoras no exterior
• em plataformas descentralizadas
• diretamente entre usuários

A declaração é exigida sempre que o total mensal ultrapassar R$ 35 mil.

Quais operações precisam ser declaradas

A DeCripto exige reporte de:

• compra e venda
• permuta entre criptoativos
• staking e mineração
• airdrops
• empréstimos
• pagamentos e aquisições acima de US$ 50 mil
• transferências para carteiras próprias
• perdas involuntárias
• emissões primárias e resgates

O que as exchanges precisam informar

As prestadoras deverão enviar duas declarações:

Declaração mensal

• data e tipo da operação
• identificação do usuário
• criptoativo
• quantidade
• valor em reais
• taxas

Declaração anual

• saldo em reais
• saldo de cada criptoativo
• custo de aquisição informado pelo cliente

O que os usuários precisam informar

Quem opera sem corretora obrigada deve enviar:

• data e tipo da operação
• dados da contraparte
• criptoativo e quantidade
• valor em reais
• taxas
• identificação da prestadora estrangeira ou plataforma descentralizada

Em operações com contratos inteligentes executados de forma atômica, basta informar o hash único.

Como declarar

O envio ocorrerá pelo sistema Coleta Nacional, no e CAC, com assinatura digital ICP Brasil.

Prazos

• mensal: último dia útil do mês seguinte
• anual: último dia útil de janeiro

Multas

• PF: R$ 100 por mês
• Simples e similares: R$ 500
• demais PJs: R$ 1.500

Erros e omissões geram multas sobre o valor da operação. Há reduções em caso de regularização espontânea.

A Receita poderá comunicar o MPF em indícios de lavagem de dinheiro.

Quando começa a valer

• disposições gerais: vigência imediata
• reporte anual (CARF): 1º de janeiro de 2026
• envio mensal + revogação da IN 1.888: 1º de julho de 2026

Fonte: Portal do Bitcoin – Receita Federal divulga novas regras de reporte de criptomoedas; veja o que muda

Perguntas Frequentes

1. O que é a DeCripto?

É a nova declaração da Receita Federal criada pela IN 2.291, substituindo a IN 1.888 e ampliando o nível de reporte.

2. Quem precisa declarar?

Exchanges brasileiras e estrangeiras que atendem o público local, além de pessoas físicas e jurídicas que operam no exterior, em DeFi ou P2P acima de R$ 35 mil por mês.

3. Quando começa a valer?

O reporte anual inicia em janeiro de 2026.
O envio mensal começa em julho de 2026.

4. Quais operações entram?

Compra, venda, permuta, staking, mineração, airdrops, empréstimos, pagamentos, transferências, perdas e resgates.

Ministério Público Militar faz acordo com a Chainalysis para rastrear transações com criptomoedas

O Ministério Público Militar (MPM), órgão do Ministério Público da União, anunciou na terça-feira (11) um acordo firmado com os Ministérios Públicos do Rio de Janeiro (MPRJ) e de Santa Catarina (MPSC), além da empresa de análise de blockchain, Chainalysis, cujo objetivo é aprimorar a capacidade investigativa do órgão em casos que envolvam fraudes financeiras digitais e operações com criptomoedas.

O Termo de Adesão ao Acordo de Cooperação n.º 082/2025/MP foi assinado durante a 9ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), realizada no XXVI Congresso Nacional do Ministério Público, em Brasília. O documento foi firmado pelo procurador-geral de Justiça Militar, Clauro Roberto de Bortolli.

De acordo com a nota do MPM, a iniciativa prevê o uso do software Chainalysis Reactor, uma das ferramentas mais avançadas do mercado para análise forense de transações em blockchain, capaz de rastrear fluxos de criptomoedas e conectar atividades suspeitas a pessoas ou organizações.

“O Chainalysis Reactor rastreia transações de criptomoedas em mais de 27 blockchains e mais de 40 milhões de ativos, acompanhando fundos por meio de mais de 325 milhões de swaps, mais de 300 bridges e DEXs, e os mixers mais populares, tudo em um único fluxo de trabalho investigativo para uma clareza de ponta a ponta”, diz o site.

Acordo não envolve recursos financeiros

Segundo o termo, a parceria não envolve repasse de recursos financeiros entre as instituições, sendo que cada uma arcará com seus próprios custos operacionais. A vigência seguirá o prazo do acordo original firmado entre os ministérios públicos.

A iniciativa recebeu ainda a adesão dos Ministérios Públicos de Rondônia, Rio Grande do Norte, Amazonas e Mato Grosso do Sul, reforçando o esforço conjunto para fortalecer o combate a crimes financeiros envolvendo criptomoedas no país.

Fonte: Portal do Bitcoin — Ministério Público Militar faz acordo com a Chainalysis para rastrear transações com criptomoedas 

Perguntas Frequentes

O que motivou o acordo do Ministério Público Militar com a Chainalysis?

O objetivo é ampliar a capacidade de investigação de crimes financeiros digitais e rastrear transações com criptomoedas com maior precisão.

O que é o Chainalysis Reactor?

É uma ferramenta forense avançada capaz de rastrear transações em mais de 27 blockchains e identificar movimentações suspeitas por meio de análise detalhada de fluxos cripto.

O acordo envolve repasse financeiro entre as instituições?

Não. Cada órgão participante arca com seus próprios custos operacionais, sem transferência de recursos.

31 de Outubro: O Dia em que o Bitcoin Nasceu e Redefiniu o Dinheiro

Uma ideia simples. Um ponto de virada na história do dinheiro.

Em 31 de outubro de 2008, enquanto o mundo celebrava o Halloween, um e-mail discreto acendia a fagulha de uma revolução silenciosa.
Satoshi Nakamoto, um nome tão enigmático quanto visionário, compartilhou com o mundo um white paper de nove páginas que redefiniria o que entendemos por dinheiro.
Nascia ali o Bitcoin. E com ele, uma nova era.

Bitcoin: Quando a Tecnologia Se Torna Liberdade

Clareza

O white paper “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” apresentava mais do que um sistema de pagamento.
Ele propunha um novo conceito de confiança, onde o código substitui bancos, e onde a rede é o verdadeiro árbitro da verdade.

Credibilidade

Satoshi resolveu o problema do “gasto duplo” com uma arquitetura inovadora: um registro público, imutável e descentralizado, o que hoje conhecemos como blockchain.
Um sistema onde cada transação é validada por milhares de participantes, de forma transparente e resistente à manipulação.

Os Pilares do Bitcoin

Descentralização Radical

Imagine um sistema financeiro sem intermediários. Sem fronteiras. Sem censura.
A blockchain tornou isso possível. Cada bloco, cada transação, é validado por uma rede global.
Não há centro. Não há controle. Só consenso.

Escassez Programada

Ao limitar sua emissão a 21 milhões de unidades, o Bitcoin estabeleceu um novo padrão: um ativo digital finito, previsível e resistente à inflação.
A era do ouro digital havia começado.

Conexão com o Agora: De Manifesto a Movimento Global

De um simples PDF, surgiu uma indústria trilionária.
O white paper do Bitcoin não criou apenas uma moeda — ele iniciou um movimento.
Empresas, governos e investidores estão, até hoje, reagindo ao impacto dessa criação.
Mas com a inovação, vem a responsabilidade.

Declare Cripto: Navegue com Segurança na Nova Economia

A Receita Federal exige que seus criptoativos sejam declarados corretamente.
Isso inclui informar, calcular e comprovar ganhos.
Parece complexo? É mesmo. Por isso criamos a Declare Cripto.

Uma plataforma que automatiza cálculos, organiza transações e gera relatórios completos para sua declaração.
Tudo isso com segurança, precisão e tranquilidade.

Porque na nova economia, informação é liberdade. E conformidade é proteção.

👉 Conheça a Declare Cripto e transforme a burocracia em simplicidade.

Mais do que uma data, um divisor de águas

31 de Outubro é mais do que uma data.
É um lembrete de que uma ideia bem executada pode mudar tudo.
Satoshi Nakamoto provou isso.
E enquanto muitos ainda tentam entender o passado do Bitcoin, outros já estão construindo o futuro.
Você está pronto?

Perguntas Frequentes

Quem é Satoshi Nakamoto?

Criador do Bitcoin. Identidade desconhecida. Legado inegável.

Por que o limite de 21 milhões importa?

Porque escassez gera valor, e previsibilidade gera confiança.

Preciso declarar mesmo sem vender?

Sim. Acima de R$ 5.000 em criptoativos, você deve declarar na ficha de “Bens e Direitos” da sua declaração de IR.

Proposta de regularização fiscal com imposto reduzido para investidores de cripto volta a ser tema no Congresso

O RERAV (Regime Especial de Regularização de Ativos Virtuais) voltou ao debate no Congresso. Após ter saído da MP 1.303/2025, a equipe econômica avalia reapresentar o tema em um novo pacote. Em termos práticos, o mercado acompanha uma proposta em discussão — qualquer decisão dependerá do texto final e da aprovação legislativa.

No desenho anteriormente debatido, o RERAV indicava:

  • Regularização voluntária de cripto (inclusive autocustódia) detidos até 31/12/2025;

  • Alíquota de 7,5% sobre o valor declarado, com possibilidade de multa adicional sugerida em parecer;

  • Janela de até 180 dias após a regulamentação;

  • Adesão sem exigência de chaves públicas ou endereços de carteira.

Esses pontos hoje funcionam apenas como referência e podem ser ajustados se o tema retornar ao texto.

 

O que o Investidor já pode fazer?
Mantenha documentação e lastro organizados, acompanhe a tramitação oficial e avalie custo–benefício quando houver regras definitivas.

 

Fonte: Cointelegraph 

Relatório da a16z aponta expansão on-chain e aumento da fiscalização sobre cripto no mund

Um novo marco para a criptoeconomia global

O relatório anual “State of Crypto 2025”, publicado pela Andreessen Horowitz (a16z), afirma que os criptoativos deixaram de ser um experimento de nicho e estão entrando no núcleo das finanças globais.
Segundo o documento, este é “o ano em que o mundo se tornou on-chain”, com instituições tradicionais adotando blockchain de forma estrutural e acelerada.

Adoção institucional muda o jogo

A publicação destaca que grandes fundos, bancos e empresas globais estão intensificando investimentos e operações no ambiente on-chain, impulsionando liquidez, segurança e padronização no setor.
Produtos como ETPs de Bitcoin e Ethereum, tokenização de ativos e stablecoins ganharam escala, deixando de ser iniciativas pontuais para se tornarem pilares da nova infraestrutura financeira.

Infraestrutura pronta para escalar

Com redes mais baratas e rápidas, a blockchain evoluiu de forma significativa desde 2020. O relatório cita que as principais redes já comportam milhões de usuários simultâneos, o que permite casos de uso reais e corporativos.
A combinação de escala, redução de custos e maturidade tecnológica cria um ambiente fértil para a expansão global da criptoeconomia.

Do laboratório para o mercado real

A a16z aponta que aplicações que antes eram apenas protótipos agora têm planos de implementação em massa. Isso inclui:

  • Emissão de títulos tokenizados

  • Infraestruturas de pagamento corporativo on-chain

  • Plataformas institucionais de investimento cripto

Essa virada de chave coloca a blockchain no mesmo patamar de relevância de tecnologias financeiras tradicionais.

Impacto no Brasil

No cenário brasileiro, a mensagem é clara: com mais transparência global, cresce também o nível de fiscalização e a exigência de conformidade fiscal.
Investidores que não acompanham suas operações com precisão podem ficar expostos a penalidades. Nesse contexto, a Declare Cripto ajuda a organizar dados, calcular ganhos e manter a declaração em dia.

Conclusão

O relatório da a16z marca um divisor de águas. A blockchain deixa de ser um tema para entusiastas e se consolida como infraestrutura financeira global.
Para quem possui criptoativos, acompanhar essa transformação é essencial para se manter em conformidade em um mercado que está se tornando parte da economia real.

📎 Fonte: Valor Econômico

Perguntas Frequentes

O que significa “on-chain”?

Refere-se a operações realizadas diretamente em redes blockchain, sem intermediários tradicionais.

A entrada de instituições torna o mercado mais seguro?

Sim. Adoção institucional tende a ampliar infraestrutura, liquidez e supervisão, reduzindo riscos estruturais.

Isso afeta investidores brasileiros?

Sim. A visibilidade internacional e a cooperação regulatória tornam o controle fiscal mais rigoroso.

O Que São Criptoativos? Guia Completo para Iniciantes em Investimentos Digitais

Seu Primeiro Passo no Mundo Cripto

Você provavelmente já ouviu falar de Bitcoin, Ethereum e outras moedas digitais. Mas afinal, o que exatamente são criptoativos?
Se você é novo neste universo, é normal se sentir sobrecarregado com tantos termos e tecnologias. A boa notícia é que tudo começa com alguns conceitos simples e poderosos.

Este guia foi criado para ser o seu ponto de partida. Vamos desmistificar os criptoativos, explicar a tecnologia por trás deles e mostrar por que representam uma das maiores inovações financeiras da era digital. Ao final, você estará pronto para dar os primeiros passos com mais confiança, clareza e segurança.

O Que É um Criptoativo, Afinal?

Em sua essência, um criptoativo é um ativo digital protegido por criptografia e registrado em uma rede descentralizada. Vamos simplificar:

  • Ativo Digital: Ele não existe fisicamente como uma nota ou uma barra de ouro. Vive exclusivamente no mundo digital.

  • Rede Descentralizada: Não depende de bancos ou governos. O controle é compartilhado entre milhares de computadores pelo mundo.

  • Criptografia Avançada: Protege as informações e impede fraudes. É praticamente inviolável sem as chaves corretas.

A Tecnologia Mágica: Entendendo a Blockchain

A blockchain é a espinha dorsal dos criptoativos. Pense nela como um livro-caixa digital, imutável e público.
Cada transação é registrada em blocos que são conectados em cadeia (block-chain). Esses registros são verificados por vários computadores na rede (nós), criando um sistema confiável sem intermediários.

O resultado? Um histórico permanente, transparente e resistente a fraudes. É assim que a blockchain substitui a confiança em bancos por confiança no código.

Tipos de Criptoativos: Muito Além do Bitcoin

1. Criptomoedas

Projetadas para funcionar como dinheiro digital: meio de troca, reserva de valor e unidade de conta.
Exemplos: Bitcoin (BTC), Litecoin (LTC)

2. Tokens de Plataforma (Utility Tokens)

Permitem acessar produtos ou serviços dentro de um ecossistema digital.
Exemplos: Ethereum (ETH) para taxas e contratos inteligentes, Chainlink (LINK)

3. Stablecoins

Criptoativos com valor estável, geralmente atrelados ao dólar. Servem como ponte com o sistema financeiro tradicional.
Exemplos: Tether (USDT), USD Coin (USDC)

A Jornada do Investidor Começa com Conhecimento

Entender o que são criptoativos é o primeiro e mais importante passo. Afinal, você está lidando com uma nova classe de ativos que exige aprendizado constante.

E aqui entra um ponto crítico: à medida que você constrói seu patrimônio digital, também surgem responsabilidades fiscais, como a declaração correta desses ativos à Receita Federal.

Não Preciso Declarar Cripto no Brasil?

Sim, precisa. Mesmo que você não tenha vendido ou obtido lucro com seus criptoativos, a Receita Federal exige que você declare a posse dessas moedas digitais se o valor total ultrapassar R$ 5 mil.
Além disso, movimentações mensais acima de R$ 30 mil devem ser informadas separadamente. O não cumprimento pode gerar multas e problemas fiscais.

Declarar corretamente é uma obrigação legal e também uma forma de proteger seu patrimônio.

Comece com Segurança: Use Ferramentas que Facilitam sua Vida

A complexidade não precisa ser um obstáculo. Plataformas como a Declare Cripto foram criadas para simplificar o lado burocrático, organizando suas transações, automatizando cálculos e garantindo conformidade fiscal.

Com poucos cliques, você evita erros, multas e ainda economiza tempo.

Conheça a Declare Cripto e invista com tranquilidade.

Conclusão: O Valor Vai Muito Além do Dinheiro

Criptoativos não são apenas “moedas da internet”. Eles representam uma mudança de paradigma na forma como lidamos com valor, propriedade e confiança.

Compreender seus fundamentos é essencial para quem quer aproveitar essa revolução de forma consciente, segura e lucrativa.

Se você chegou até aqui, parabéns. Isso já coloca você à frente de muitos iniciantes. Continue estudando, testando e aprendendo. O futuro é digital, e você está no caminho certo. Compartilhe este guia com quem está começando e vamos juntos construir uma comunidade cripto mais consciente e preparada.

Perguntas Frequentes

Bitcoin e Criptoativo são a mesma coisa?

Não. Bitcoin é um tipo de criptoativo. Criptoativo é o termo guarda-chuva que inclui Bitcoin, Ethereum, stablecoins e outros tokens.

Preciso entender de tecnologia para investir?

Não precisa ser programador, mas é importante entender o básico sobre blockchain e descentralização.

Criptoativos são seguros?

A blockchain é extremamente segura. Os maiores riscos estão na volatilidade, no armazenamento seguro da sua chave privada e na escolha de corretoras confiáveis.