Imposto de Renda em Cripto: clareza para decidir hoje

Se você investe em cripto, entender o IR não pode virar labirinto

Abaixo, uma linha reta: onde estamos, o que deve mudar e o que fazer agora, em linguagem simples.

Onde estamos (2025)

Hoje, a tributação de cripto no Brasil se apoia em três pontos objetivos:

  • Declaração de posse: informar cripto acima de R$ 5.000 em Bens e Direitos.

  • Ganho de capital: pagar imposto quando o total vendido no mês superar R$ 35.000.

  • Transparência: exchanges no Brasil reportam operações dos clientes (IN 1.888).

O que deve mudar (sinais claros)

  • Integração + IA: cruzamentos mais rápidos entre exchanges, bancos e declarações.

  • Regras específicas: normativas para staking, DeFi e NFTs, com cálculo e recolhimento definidos.

  • Padronização: impactos da reforma tributária aproximando cripto de outros ativos. O Banco Central deve emitir novas normas de padronização para exchanges, produtos com cripto e criptoativos muito em breve.

  • Cooperação internacional: CARF/OCDE ampliando a visibilidade de operações no exterior.

O que fazer agora (plano em 3 passos)

  • Organize os dados: centralize transações, taxas e origens (exchange, carteira, rede).

  • Concilie mensalmente: classifique compra e venda, permuta, rendimentos (staking e airdrops) e transferências internas.

  • Simule e gere: calcule preço médio, avalie ganho de capital e emita DARF quando aplicável.

Como a Declare Cripto ajuda

  • Importe e padronize dados de múltiplas fontes.

  • Calcula automaticamente ganhos e DARFs, com auditoria item a item.

  • Acompanha mudanças legais: quando a regra muda, o sistema acompanha.

Próximo passo

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Confiável por design

Criptografia e privacidade por padrão • Suporte humano quando precisar • Relatórios auditáveis

Aviso legal: Conteúdo informativo. Não constitui aconselhamento jurídico, contábil ou fiscal individual.
Atualizado em 10 de outubro de 2025.

Perguntas Frequentes

Preciso declarar cripto comprada no exterior?

Sim. Declare em Bens e Direitos, informando a origem (exchange ou carteira) e os saldos.

A Receita vê operações em exchanges estrangeiras?

A tendência é troca automática de informações (CARF e OCDE). Documente tudo.

Permuta entre cripto paga imposto?

Em geral, permuta é alienação. Avalie ganho de capital e, se houver, recolha.

Como tratar staking e airdrops?

Registre como novo bem (muitas vezes com custo zero) e acompanhe normativas específicas.