Inteligência Artificial da Receita Federal Identifica R$ 11 Bilhões em Evasão Fiscal com Criptoativos

A fiscalização de criptoativos no Brasil mudou. E a mudança é grande. A Receita Federal agora usa um poderoso sistema de inteligência artificial para analisar todas as operações. E ele já encontrou R$ 11 bilhões em inconsistências.

Isso muda tudo para quem investe.

O que o novo sistema faz?Ele conecta as informações. De um jeito que antes era impossível.O sistema cruza os dados que sua corretora envia com os do seu banco e com a sua declaração de imposto de renda. Se algo não estiver alinhado, ele identifica na hora.

Uma nova era para a fiscalização.Antes, a fiscalização era feita por amostragem. Uma verificação aqui, outra ali. Agora, a análise é completa e automática. Para todos.Isso significa que a precisão nas informações nunca foi tão importante.

A importância da conformidade.Manter o controle de cada compra, venda e permuta é um trabalho complexo. Calcular cada imposto, mais ainda. E um pequeno erro pode se transformar em um grande problema com o novo sistema da Receita.Neste novo cenário, a organização e o cálculo preciso dos ganhos são o caminho mais seguro para o investidor. A tecnologia de fiscalização avançou. A melhor resposta é usar a mesma precisão a seu favor, garantindo que suas informações estejam sempre corretas e alinhadas com as novas regras do jogo.

Banco Central Identifica Movimentação Atípica de R$ 14 Bilhões em Criptoativos e Emite Alerta ao Mercado

Neste domingo (17), o cenário regulatório de criptoativos no Brasil foi movimentado por uma notícia de grande relevância. O Banco Central (BC) emitiu um alerta sobre uma movimentação financeira atípica no valor de R$ 14 bilhões, realizada por meio de uma corretora de criptoativos que atua no país.

A informação, divulgada inicialmente pela colunista Mariana Barbosa do portal UOL, acende um debate fundamental sobre a importância da conformidade (compliance) e da transparência nas operações com ativos digitais. Para os investidores, entender o ocorrido é crucial para navegar com mais segurança no mercado.

O Que Aconteceu?

De acordo com o comunicado do Banco Central, a instituição identificou um volume expressivo e incomum de recursos sendo processados por uma exchange de criptomoedas internacional com operação no Brasil. O montante de R$ 14 bilhões teria sido movimentado durante o primeiro semestre deste ano.

O alerta do BC foi direcionado ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal, indicando que as operações podem ter sido utilizadas para atividades ilícitas, como evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

A autoridade monetária destacou que as transações eram realizadas de forma fracionada, com o objetivo de burlar os mecanismos de controle e os limites operacionais do sistema de pagamentos. Embora o nome da corretora não tenha sido divulgado oficialmente pelo BC no alerta, a reportagem do UOL aponta se tratar da Binance.

Qual o Impacto para o Investidor e o Mercado?

Este episódio reforça a crescente atenção que os órgãos reguladores, como o Banco Central e a Receita Federal, estão dedicando ao mercado de criptoativos. O que isso significa na prática?

  • Aumento da Fiscalização: Eventos como este tendem a intensificar a fiscalização sobre as operações de todas as corretoras e investidores. A capacidade dos reguladores de rastrear e identificar atividades suspeitas está cada vez mais sofisticada.
  • A Importância de Corretoras com Compliance Robusto: A escolha de uma exchange para operar deixa de ser apenas uma questão de taxas e liquidez, e passa a ser, fundamentalmente, uma questão de segurança e conformidade regulatória. Corretoras que investem em processos rigorosos de KYC (Know Your Customer) e AML (Anti-Money Laundering) oferecem um ambiente mais seguro para seus usuários.
  • Reforço da Necessidade de Declaração: A notícia sublinha a importância de manter um registro transparente e declarar corretamente todas as operações com criptoativos, conforme a Instrução Normativa 1888 da Receita Federal. Operar de forma transparente é a melhor proteção para o investidor.

O Cenário Pós-Alerta

Este evento marca um ponto de inflexão na supervisão do mercado de criptoativos no Brasil. A mensagem dos reguladores é clara: a fase de baixa supervisão terminou, e a conformidade será cada vez mais exigida de empresas e investidores.

Para o investidor, a conclusão é que a diligência e a transparência são, mais do que nunca, ferramentas essenciais de gestão de risco. Manter um registro detalhado das operações e estar em dia com as obrigações fiscais não é apenas uma exigência legal, mas a base para garantir a segurança e a legitimidade do seu patrimônio em ativos digitais. A Declare Cripto continuará monitorando os desdobramentos para manter a comunidade informada.

CriptoJud não “penhora sozinho”: O que o novo sistema do CNJ muda (de verdade) para quem investe em cripto

O Conselho Nacional de Justiça lançou, em 5 de agosto, o CriptoJud — um ambiente eletrônico que centraliza o envio de ordens judiciais a corretoras e viabiliza a consulta on-line sobre eventual posse de criptoativos por devedores. A promessa é substituir o antigo ritual de oficiar corretora por corretora por um fluxo único, rastreável e integrado à Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJBr). Segundo o CNJ, além do despacho automatizado das ordens, o projeto evoluirá para custódia judicial dos ativos e, na fase final, liquidação em reais, sempre sob padrões elevados de segurança cibernética. Em outras palavras: o CriptoJud organiza e acelera o que já existia — ele não cria a penhora; apenas facilita o cumprimento de decisões que continuam a depender de um juiz.

Essa distinção importa. A penhora não é “do CriptoJud”. É do Poder Judiciário, e o novo sistema atua como infraestrutura para localizar, notificar, custodiar e, se for o caso, converter criptoativos decididos em sentença. O próprio lançamento enfatizou que, antes, para descobrir se um devedor tinha cripto, os tribunais precisavam expedir ofícios individualmente a cada plataforma; agora, o acesso se dá de forma simultânea e com rastreabilidade integral das comunicações. O resultado esperado é mais rapidez e precisão — valores essenciais em execuções judiciais que lidam com um mercado de alto valor e crescente complexidade.

Relatos da imprensa especializada repetem o alinhamento: o CriptoJud é visto como o “SisbaJud das criptomoedas”, concentrando a interlocução com exchanges, evitando falhas e atrasos na entrega e no cumprimento de ordens. A ideia é padronizar bloqueios por ordem judicial, acelerar a custódia em contas judiciais e preparar a liquidação quando o processo exigir — sempre por determinação do juízo.

Não é novidade “poder penhorar”; novidade é fazer direito e rápido

É importante reforçar: penhorar cripto sempre foi possível no Brasil. O CNJ explicitou isso no lançamento e posicionou o CriptoJud como um salto operacional: a tecnologia não muda o direito, muda a eficiência. Isso reduz o espaço para falhas procedimentais (como ofícios que “se perdem”) e aumenta a auditabilidade de quem enviou, recebeu e cumpriu cada ordem.

Risco de excessos? Sim — e é por isso que a trilha documental do investidor precisa estar em dia

Num ambiente em que decisões judiciais podem refletir debates politizados e, não raro, lacunas de compreensão sobre a própria natureza dos criptoativos, o risco de ordens amplas demais ou mal delimitadas não é teórico. As confusões mais comuns incluem equiparar autocustódia a custódia de exchange, tratar movimentação intrapatrimonial (entre carteiras do mesmo titular) como alienação, atribuir automaticamente má-fé a usos de bridges ou mixers sem análise de contexto, ou ainda presumir que todo provedor de infraestrutura (nó, relayer, RPC) seja custodiante. O CriptoJud não decide nada disso por si: ele executa a ordem que recebeu. Por isso, o melhor antídoto contra excessos é a prova técnica — antes, durante e depois de qualquer medida.

Na prática, isso significa manter documentação proativa e auditável: identificação clara de carteiras de titularidade, comprovação de proveniência dos fundos (extratos de exchange, txids, memos), reconciliação do histórico (desde 2019, IN 1.888), explicação técnica de eventos não onerosos (transferências, bridges, swaps sem realização de ganho), e linhas do tempo que conectem cada hash a um fato contábil-jurídico. Com esse compliance pack na mão, o investidor/contribuinte consegue impugnar bloqueios exagerados, delimitar o escopo da constrição e exercer contraditório e ampla defesa com base em critérios objetivos (adequação, necessidade e proporcionalidade). Em suma: boa técnica reduz espaço para arbitrariedade. O CriptoJud organiza; sua documentação protege.

Proteção real contra golpes e crimes financeiros

Se por um lado é natural temer bloqueios indevidos, por outro há o benefício claro de proteger vítimas. O Brasil viu grandes pirâmides ruírem, como a Braiscompany, cujos líderes foram presos na Argentina, e a G.A.S. Consultoria, ligada ao “Faraó do Bitcoin”, que teria movimentado dezenas de bilhões em esquema ilícito. Em casos assim, localizar rapidamente ativos digitais ligados aos investigados faz diferença para ressarcir prejudicados e evitar dissipação patrimonial.

Mais recentemente, hackers roubaram cerca de R$ 1 bilhão de contas mantidas no ecossistema conectado ao Banco Central e tentaram lavar parte dos recursos via cripto; a Polícia Federal rastreia centenas de contas relacionadas. Numa realidade de fraudes multiplataforma, um ponto único de contato do Judiciário com exchanges e custodiante encurta o tempo de resposta e dificulta a ocultação.

O que muda para o investidor/contribuinte de boa-fé

Para quem investe corretamente, a principal mudança é previsibilidade: ordens judiciais a respeito de cripto chegarão e serão cumpridas por canais oficiais, com logs e prazos mais claros. Isso reforça a necessidade de manter documentação impecável — especialmente o histórico desde 2019 (IN 1.888), classificação correta de eventos (venda, swap, staking), cálculo de custo médio, DARF/GCAP quando aplicável e prova inequívoca de origem e destino dos fundos. Quando a trilha contábil é sólida, uma eventual ordem não vira pesadelo: vira um procedimento com começo, meio e fim.

Como a Declare Cripto ajuda

A Declare Cripto atua justamente onde o CriptoJud não entra: na qualidade da informação. Transformamos dados brutos de exchanges e carteiras em um dossiê auditável, pronto para dialogar com Receita Federal, CVM/Bacen e, se necessário, Poder Judiciário. Nosso motor:

  • Diferencia venda de mera transferência, inclusive em pontes L2 e transações complexas, reduzindo o risco de leitura equivocada;
  • Reconcilia o histórico 2019-atual conforme a IN 1.888, calcula custo médio/ganho e gera DARF/GCAP;
  • Produz relatórios padronizados que evitam que um hash “sem contexto” seja interpretado como irregular.

Em termos claros: quando existe decisão judicial, o CriptoJud entrega e organiza; quando existe dúvida sobre a natureza da sua operação, a Declare explica e prova. Um sistema acelera a execução; o outro garante que você não seja confundido com quem tenta burlar o sistema.

O CriptoJud é bem-vindo como organizador/facilitador: ele não cria poderes novos, racionaliza os que já existiam — e, ao fazê-lo, melhora a proteção do público contra pirâmides e fraudes de grande escala. Ao investidor honesto, cabe o papel de jogar com transparência e manter provas do que cada transação é (e do que não é). Nesse encontro entre rapidez institucional e boas práticas do contribuinte, o mercado de cripto amadurece — com mais segurança para todos.

Leituras e fontes: anúncio oficial do CNJ com funcionalidades e cronograma; cobertura da imprensa especializada; casos Braiscompany e G.A.S. que ilustram o interesse público na recuperação de ativos; e reportagens sobre o golpe que atingiu contas ligadas ao BC e a tentativa de lavagem via cripto.

Congresso Nacional Discute Nesta Quarta-feira Novas Regras De Tributação Para Criptoativoss


O cenário regulatório para criptoativos no Brasil se prepara para um momento de grande importância. Foi agendada para esta quarta-feira, 6 de agosto, a audiência pública que debaterá a Medida Provisória (MP) nº 1.303/2025, proposta que dispõe sobre novas regras de tributação para ganhos de capital com ativos virtuais.

A Declare Cripto, como empresa integrante do ecossistema de tecnologia e finanças do país, acompanha com atenção e seriedade cada etapa do processo legislativo. Entendemos que a clareza regulatória é fundamental para a maturidade e o desenvolvimento sustentável do mercado. Por isso, compartilhamos com nossos clientes e com a comunidade um resumo do que esperar deste importante evento.

A Finalidade da Audiência Pública

A audiência pública é um procedimento padrão e essencial na tramitação de Medidas Provisórias. Seu objetivo é permitir que os membros da comissão mista, formada por deputados e senadores, ouçam as análises técnicas e as considerações de especialistas, representantes do governo e da sociedade civil.

Essa etapa é construtiva, pois fornece aos parlamentares uma visão aprofundada sobre os possíveis impactos da legislação. As informações apresentadas servirão como subsídio para o parecer do relator, documento que guiará a votação da MP no Congresso.

O Que Estará em Debate? 

A audiência pública servirá para que os parlamentares ouçam os fundamentos técnicos de ambos os lados. Espera-se que a discussão gire em torno dos seguintes pontos da perspectiva apresentada pelo Governo:

  • Alinhamento de Regras: A defesa da MP deve se basear na ideia de isonomia, buscando alinhar as regras de tributação dos criptoativos com as de outros ativos do mercado financeiro.

  • Simplificação do Cálculo: A proposta da alíquota fixa de 17,5% será apresentada como um mecanismo para simplificar o cálculo do imposto, em contraste com o modelo atual de alíquotas progressivas.

  • Equidade Fiscal: O fim da isenção para vendas de até R$ 35 mil mensais será justificado como uma medida de justiça fiscal, visando um tratamento tributário mais uniforme entre os diferentes tipos de ganhos de capital.

 

Ainda que o debate seja amplo, espera-se que a discussão se concentre em analisar a eficiência e os efeitos das principais alterações propostas pela MP, como:

Próximos Passos e Nosso Compromisso

Após a audiência, a comissão continuará seus trabalhos para a elaboração do parecer final antes que o texto siga para votação nos plenários da Câmara e do Senado.

A Declare Cripto reforça seu compromisso de atuar como uma fonte de informação clara e objetiva. Acreditamos que um ambiente de negócios seguro depende de regras bem definidas e do pleno entendimento de todos os participantes.

Recomendamos aos investidores que mantenham seus registros de operações organizados, prática que garante a preparação para qualquer cenário fiscal que venha a ser estabelecido. Continuaremos a monitorar os desdobramentos e publicaremos uma análise detalhada após a realização da audiência.

RENAN CALHEIROS foi o escolhido para presidir a comissão que analisará a MP 1303/2025

Congresso convoca audiência pública para debater MP que tributa criptomoedas

O Congresso Nacional confirmou a primeira audiência pública para discutir a Medida Provisória (MP) nº 1.303/2025, que institui uma alíquota fixa de 17,5 % de Imposto de Renda sobre ganhos com criptomoedas e outras aplicações financeiras.

O evento acontecerá em 6 de agosto, às 14h30, com transmissão ao vivo pelo canal do Senado no YouTube. A comissão mista encarregada do tema é presidida pelo senador Renan Calheiros (MDB‑AL), com relatoria do deputado Carlos Zarattini (PT‑SP).

Motivo da discussão

Publicada em 11 de junho, a MP objetiva:

  • Eliminar a isenção mensal de IR sobre lucros de até R$ 35 mil com criptomoedas;
  • Unificar a tributação em 17,5 % para ativos digitais e outras aplicações antes variavelmente tributadas;
  • Aplicar 5 % de IR a investimentos que hoje são isentos (como LCA, LCI, CRI, CRA e debêntures incentivadas).

As regras passarão a valer a partir de 2026, e a apuração do imposto será feita de forma trimestral, com compensação de prejuízos permitida por até cinco trimestres anteriores. Participação pública e cronograma

Até esta terça-feira (22 de julho), o portal e‑Cidadania já registrava mais de 110 contribuições de cidadãos, em sua maioria contrários às mudanças.

Estão previstas ao todo quatro audiências públicas, seguindo um cronograma que visa finalizar o parecer até 26 de agosto, com votação final prevista para no máximo 8 de outubro de 2025.
Impactos esperados

Especialistas do setor afirmam que a MP pode afetar milhões de investidores, impactando especialmente aqueles de menor porte, que hoje se beneficiam da isenção.

Além disso, corretores locais podem enfrentar novos desafios operacionais: a proposta exige que exchanges brasileiras retenham IRRF sobre rendimentos de produtos como staking ou lending
Situação parlamentar

A MP entrou em regime de urgência em 26 de julho de 2025, suspendendo os trabalhos normais do Congresso até decisão final. Isso ressalta a urgência das discussões e a necessidade de análise rápida do tema pelos parlamentares.

Europol expõe R$ 2,9 bi em lavagem: por que a declaração correta de criptoativos separa o investidor honesto do criminoso

Europol expõe R$ 2,9 bi em lavagem: por que a declaração correta de criptoativos separa o investidor honesto do criminoso

A operação da Europol que prendeu cinco suspeitos por lavar € 460 milhões (cerca de R$ 2,9 bilhões) em criptomoedas deixa um alerta cristalino: autoridades já conseguem seguir o rastro digital até quem pratica fraude deliberada e movimenta divisas de forma clandestina. No caso europeu, investigado desde 2023, os criminosos criaram empresas de fachada em Hong Kong, espalharam fundos por contas bancárias em várias jurisdições e, por meio de “mulas digitais”, fracionavam valores para confundir o rastreamento — ainda assim acabaram identificados e presos.

Esse episódio ajuda a esclarecer a diferença entre três situações que muitas vezes se misturam na opinião pública. A primeira é a simples omissão fiscal: o investidor esquece ou atrasa o envio da declaração no padrão da Instrução Normativa 1888/2019 ou o DARF de ganho de capital. Embora a multa possa ser pesada, trata-se de infração administrativa, regularizável com pagamento e, em regra, sem reflexo penal. A segunda é a evasão de divisas: aqui há atitude ativa para tirar recursos do país sem registro no Banco Central ou na Receita, violando a Lei 7.492/86; já se configura crime e pode render até seis anos de prisão. A terceira, ainda mais grave, é a lavagem de dinheiro: o agente cria camadas (offshores, mixers, stablecoins opacas) para ocultar a origem ilícita do dinheiro — tipificação prevista na Lei 9.613/98, com pena que pode chegar a dez anos, além de confisco de bens. Em outras palavras, a fronteira que separa um mero atraso na obrigação acessória de um crime financeiro está menos na escolha da blockchain e mais na intenção e na trilha documental que a pessoa mantém.

Para o investidor brasileiro que age de boa-fé, a lição é objetiva: documentar cada satoshi numa linguagem que a Receita e o Banco Central entendam. É isso que a Declare Cripto faz ao recalcular custo médio, distinguir venda de transferência, gerar GCAP, DARF e declaração válida; e, principalmente, ao produzir um dossiê auditável que prova que a operação foi lícita e declarada. Quanto mais rápido os relatórios saem — tanto do histórico desde 2019 quanto da rotina mensal — menor o risco de a omissão ser interpretada como intenção de ocultar patrimônio.

A Europol mostrou que quem lava dinheiro não fica invisível; nós mostramos que quem declara direito nunca será confundido com eles.

Governo lança novo edital de licitação para contratar software de rastreamento de criptoativos

Quando o governo mira a blockchain, o investidor precisa de escudo – não de susto

Na última terça-feira, 17 de junho, o Ministério da Justiça e Segurança Pública publicou um edital que autoriza a contratação de um software de blockchain analytics por 36 meses. A licitação, conduzida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), recebe propostas até 4 de julho de 2025 e inclui suporte técnico e um treinamento para os agentes que operarão a ferramenta. O plano prevê 47 licenças distribuídas em 15 capitais, com Brasília (19 unidades) e Curitiba (8) no topo da lista. São Paulo e Rio de Janeiro, curiosamente, ficaram de fora da primeira leva. Para cumprir sua missão, o sistema deve rastrear Bitcoin, Ethereum, Tron, BNB, Dash, Dogecoin, XRP, Polygon, Avalanche e possibilidade de conexão a outras redes no futuro.

Por que isso deveria preocupar (e não paralisar) quem investe?
A capacidade de “enxergar” cada hash não significa, por si só, entender o que acontece ali. Swapsstakingbridges e transações P2P legítimas costumam confundir sistemas automatizados: basta uma única classificação errada para transformar um investidor de boa-fé em suspeito de evasão de divisas ou lavagem de dinheiro. O edital cita apenas algumas horas de capacitação para os operadores – muito pouco para lidar com as nuances que a Receita, o COAF e a jurisprudência tributária exigem.Em outras palavras, o governo ganha uma lupa sofisticada; já a interpretação correta desses dados continua sendo um desafio humano (e jurídico). É exatamente aí que nasce o risco de falsos positivos, autuações indevidas e bloqueios preventivos de contas.

A defesa deve vir antes do primeiro satoshi
A melhor resposta a esse novo monitoramento não é correr para a clandestinidade, e sim blindar a conformidade antes que o fiscal bata à porta. Isso significa:

  1. Consolidar 100 % das operações – exchanges nacionais, estrangeiras, carteiras próprias, DeFi, NFTs.
  2. Classificar cada evento segundo a lei brasileira – distinguir venda de transferência, rendimento de staking, doação de airdrop…
  3. Calcular o imposto em tempo real – saber quanto custará cada clique em “vender” antes da confirmação on-chain.
  4. Manter provas auditáveis – recibos, hash-timestamp, laudo contábil em padrão CPC/ABNT, tudo pronto para eventual defesa.
Onde a Declare Cripto entra nessa história?
Ferramentas globais de rastreio, como Chainalysis ou TRM Labs, já cumprem bem o papel de coleta bruta. A Declare Cripto cobre o espaço que falta: transforma dados em obrigações fiscais corretas – e, se necessário, em argumento jurídico. O processo funciona em quatro camadas:
Coleta: processa extratos de exchanges e blockchains (wallets) – Conecta-se a 150+ exchanges e carteiras e normaliza tudo automaticamente
Enriquecimento: Marca risco genérico por endereço  – Aplica IN 1.888/19, Lei 14.754/23, IN 2.180/24 e outras regras incidentes para classificar cada operação
Interpretação: Aplica a norma na prática – calcula custo médio, ganho de capital, rendimento e possíveis isenções – gerando a documentação necessária para proteção fiscal do investidor
Comprovação Armazena planilhas e documentos que constituem o dossiê probatório pronto para defesa dos interesses dos clientes junto à Receita Federal.Na prática, isso se traduz em três benefícios palpáveis:

  • Previsibilidade fiscal: o painel de Declaração mostra seu IR antes da cobrança ou da malha fiscal.
  • Resposta antecipada: os Dashboards permitem que você aprimore a consolidação e gestão dos seus ativos, para que você aproveite as “brechas legais tributárias” como isenções de pagamento de imposto.
  • Economia real: relatórios corretos evitam multas que podem chegar a 150 % do imposto devido e reduzem honorários de defesa.
Enquanto o Estado amplia sua lente, amplie a sua proteção.
O governo brasileiro deixa claro que quer enxergar cada ”Satoshi” que circula por aqui. Isso não precisa ser motivo de pânico, mas exige disciplina documental e inteligência fiscal.Rastrear é inevitável; interpretar corretamente continua sendo responsabilidade do investidor.

A Declare Cripto existe para que você cumpra essa responsabilidade sem perder tempo nem sono – transformando obrigatoriedades complexas em rotina automática e auditável.

Comunicado sobre a MP 1303/2025 – Tributação de Criptoativos

Comunicado sobre a MP 1303/2025 – Tributação de Criptoativos

A Medida Provisória n.º 1303/2025, recém-publicada, propõe mudanças relevantes na forma como os ganhos com criptoativos serão tributados no Brasil. A Declare Cripto acompanha de perto os impactos dessa nova regulamentação, prestando informações claras e seguras aos investidores.

O que você precisa saber hoje:

  1. Tramitação

A MP já está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias para que seja convertida definitivamente em lei. Até lá, o texto pode ser alterado por parlamentares.

  1. Prazos e vigência

Caso seja aprovada sem alterações, a nova tributação entra em vigor apenas a partir de 1.º de janeiro de 2026. Até essa data, continuam valendo as regras atuais, inclusive a isenção de R$ 35 mil em alienações mensais.

  1. Possíveis ajustes

A proposta já está sendo debatida por parlamentares e entidades representativas do setor cripto, como a ABcripto e a Abtoken.
Entre os pontos em discussão estão:

Redução da
alíquota de 17,5%;

Compensação de perdas em investimentos;

Prazos mais adequados para implantação.

Compromisso Declare Cripto:

Monitoramento Legislativo

A equipe da Declare Cripto acompanha a tramitação da MP no Congresso Nacional em tempo real, avaliando cada alteração no texto e seus efeitos para os investidores.

Atualização Contínua da Plataforma

Nossa tecnologia será ajustada automaticamente assim que houver definição legal definitiva. Isso garante que todas as apurações, relatórios e guias de pagamento estejam sempre em conformidade.

Informes Periódicos

Clientes serão informados por meio de comunicados objetivos e atualizados sempre que houver mudanças relevantes no cenário legal ou tributário envolvendo criptoativos.

Seguimos atentos e preparados

Enquanto o processo legislativo evolui, reforçamos que sua declaração de criptoativos está segura com a Declare Cripto. Todas as mudanças serão aplicadas com responsabilidade e dentro dos prazos legais.

Se surgirem dúvidas, nossos especialistas estão disponíveis nos canais habituais.

Aumento de Pressões Regulatórias: A Suíça Trocará Dados de Investidores de Criptoativos com 74 Países, Inclusive o Brasil

Aumento de Pressões Regulatórias: A Suíça Trocará Dados de Investidores de Criptoativos com 74 Países, Inclusive o Brasil

Recentemente, a Suíça anunciou que começará a compartilhar dados sobre investidores de criptoativos com 74 países, incluindo o Brasil. Essa medida faz parte de uma tendência crescente de integração e maior controle sobre o mercado de criptomoedas globalmente. Com o fortalecimento das regras de transparência e o aumento da fiscalização, os investidores de criptoativos precisam redobrar sua atenção às suas obrigações fiscais.

A Regulação Global Está Chegando

A troca de informações fiscais, que já é uma realidade em muitos setores financeiros, agora se expande para o universo das criptomoedas. Com a colaboração de países como a Suíça e o Brasil, está se criando uma rede robusta de dados que permite a identificação de transações alheias à vontade dos investidores. Isso significa que as transações de criptoativos podem ser rastreadas de forma mais eficaz, ampliando a fiscalização e a conformidade.

Esse movimento é respaldado por estruturas como o CARF (Crypto Assets Reporting Framework), que regula, controla e monitora as operações de criptoativos. Para os investidores brasileiros, isso implica que a Receita Federal agora tem acesso a informações mais detalhadas e em tempo real sobre suas transações de criptomoedas.

O Risco para os Investidores

Com o aumento da coleta e compartilhamento de dados, a fiscalização sobre os criptoativos se torna mais incisiva. A Receita Federal, utilizando ferramentas como o CARF, regula e monitora as operações de criptoativos, identificando erros e omissões nas declarações fiscais. O risco de autuações e multas está diretamente ligado à falta de conformidade com as normas fiscais, o que pode gerar sérios problemas financeiros e legais para os investidores.

Garanta Conformidade e Evite Surpresas

Mantenha sua declaração em dia e evite penalidades severas. Em um cenário onde as autoridades fiscais têm acesso aos dados das transações de criptoativos, a conformidade fiscal é essencial. Não cumprir com as obrigações fiscais pode resultar em complicações com a Receita Federal. A Declare Cripto oferece a solução ideal para garantir que suas operações com criptoativos sejam reportadas corretamente, minimizando o risco de erros que podem levar a consequências negativas.

Com a nossa plataforma, você tem a certeza de que suas obrigações fiscais serão cumpridas com precisão, protegendo seus investimentos de possíveis problemas com a Receita Federal, que agora tem acesso a uma quantidade ainda maior de informações.

A Hora de Agir é Agora

À medida que mais países adotam políticas de fiscalização sobre criptoativos, os investidores devem se preparar para um ambiente de maior rigor regulatório. Mantenha sua declaração em dia com a Declare Cripto e esteja sempre em conformidade com as normas fiscais, protegendo seus investimentos de possíveis penalidades.

Invista com segurança, declare corretamente e evite problemas com a Receita Federal. Declare Cripto é a solução para garantir que suas obrigações fiscais sejam cumpridas de forma simples, eficiente e sem riscos.

Posse de Donald Trump e o Impacto no Mercado de Criptoativos: O Que Esperar para a Declaração à Receita Federal

No dia 20 de janeiro de 2025, Donald Trump assumiu o cargo de 47º presidente dos Estados Unidos. Embora tenha sido crítico das criptomoedas no passado, o crescimento global do mercado cripto e sua crescente adoção por investidores institucionais parecem ter influenciado sua mudança de postura. Trump agora vê as criptos como uma oportunidade para impulsionar a economia dos EUA, com a promessa de um ambiente regulatório mais favorável.

Bitcoin e Expectativas de Regulação Favorável
O Bitcoin alcançou novos recordes antes da posse de Trump, superando os 109 mil dólares. Esse aumento está diretamente relacionado à expectativa de políticas mais amigáveis para as criptos, com Trump criando um cenário regulatório mais aberto, o que pode incentivar o crescimento do setor e fortalecer a posição dos EUA no mercado cripto global.

A Memecoin de Melania Trump
Melania Trump lançou uma “memecoin” no dia da posse, gerando especulação no mercado. Embora as memecoins sejam vistas com cautela, esse movimento reforça a presença da família Trump no universo cripto e pode gerar maior interesse no setor.

Impacto nas Declarações à Receita Federal
Com o crescimento do mercado cripto, espera-se um aumento nas transações e, consequentemente, na necessidade de declarar criptoativos à Receita Federal do Brasil. Para os investidores brasileiros, garantir que seus ativos digitais sejam declarados corretamente se torna cada vez mais crucial.

Declare Cripto continua a ajudar você a manter suas obrigações fiscais em dia, acompanhando a evolução do mercado e as exigências da Receita Federal.

Conclusão
Com a postura mais favorável de Trump em relação às criptomoedas, o mercado está em crescimento acelerado, o que exigirá maior atenção às questões fiscais. A Declare Cripto está aqui para garantir que você cumpra todas as exigências de forma segura e conforme a legislação vigente.