Empresário é condenado a 17 anos por esquema milionário com criptomoedas no Brasil

Uma condenação que marca o setor cripto

A Justiça Federal condenou Dante Felipini, conhecido como “criptoboy”, a 17 anos, 5 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de evasão de divisas, organização criminosa e lavagem de dinheiro com uso de criptomoedas.
A sentença representa a primeira condenação de grande impacto da Operação Colossus, que investigava movimentações bilionárias em ativos digitais para fins ilícitos.

Como funcionava o esquema

Segundo a investigação, Felipini utilizava empresas de fachada e carteiras digitais para movimentar e ocultar recursos.
Apesar das menções a ligações com organizações internacionais, o juiz da 6.ª Vara Federal de São Paulo, Diego Paes Moreira, absolveu o réu das acusações de financiamento ao terrorismo e falsidade ideológica por falta de provas.
Felipini foi preso em janeiro de 2024 no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava embarcar para Dubai, após permanecer foragido por quase dois anos.

O impacto no combate à lavagem de dinheiro com criptoativos

A decisão reforça uma mensagem clara: as autoridades brasileiras estão ampliando o rigor sobre movimentações financeiras em criptomoedas.
A Operação Colossus revelou o uso de exchanges e estruturas empresariais para movimentar bilhões de reais em ativos digitais, demonstrando que o setor está cada vez mais sob escrutínio regulatório.

O que os investidores precisam aprender com isso

  • Rastreabilidade existe: a blockchain facilita investigações quando usada por órgãos competentes.
  • Declarar é obrigatório: ganhos e operações devem ser informados corretamente à Receita Federal.
  • Permuta também conta: trocar uma cripto por outra pode ser evento tributável.
  • Automatizar reduz riscos: plataformas confiáveis ajudam a manter conformidade e evitar problemas legais.

👉  A Declare Cripto permite organizar, calcular e declarar suas operações com segurança e precisão, reduzindo riscos fiscais e jurídicos.

Conclusão

A condenação de 17 anos de prisão no caso Colossus marca um divisor de águas no enfrentamento à lavagem de dinheiro com criptomoedas no Brasil.
Para investidores sérios, é um lembrete claro de que transparência e conformidade fiscal são fundamentais para operar com segurança nesse mercado em expansão.

Fonte: Portal do Bitcoin

Perguntas Frequentes

Preciso declarar criptoativos mesmo que não tenha vendido?

Sim. A posse de ativos digitais acima do limite exigido deve constar na ficha de “Bens e Direitos” da sua declaração.

Operações em corretoras estrangeiras também são fiscalizadas?

Sim. A obrigação de declarar vale para todos os criptoativos, inclusive os mantidos no exterior.

Trocar uma criptomoeda por outra gera imposto?

Na maioria dos casos sim, pois a permuta é tratada como alienação.

Automatizar a declaração ajuda de verdade?

Sim. Plataformas especializadas reduzem erros, calculam preço médio e ajudam a evitar multas e problemas com a Receita.

Principais Erros na Declaração de Cripto em 2025 e Como Evitá-los

Comece com o que importa: evitar problemas com a Receita

Declarar criptoativos ficou sério. Em 2025, com sistemas de fiscalização cada vez mais inteligentes, qualquer descuido pode significar multas, notificações ou cair na malha fina.
Você não precisa dominar leis fiscais. Mas precisa saber o que não pode errar.

1. Omitir seus criptoativos

Mesmo que você não tenha vendido nada, a Receita quer saber que você possui.

Erro comum: Não declarar cripto na ficha de Bens e Direitos.
A regra: Valor de aquisição a partir de R$ 5.000 precisa ser declarado.
Como evitar:
Use o grupo 08 (Criptoativos), com o código conforme o ativo (BTC = 01, ETH = 02, etc.). Informe a quantidade e o custo de aquisição.

2. Ignorar o imposto mensal (DARF)

O acerto não acontece apenas em abril.

Erro comum: Esperar a declaração anual para pagar imposto.
A regra: Vendeu mais de R$ 35 mil no mês e teve lucro? Deve pagar DARF até o fim do mês seguinte.
Como evitar:
Monitore seu volume de vendas todo mês. Acima do limite, calcule, gere e pague a DARF no prazo.

3. Errar no preço médio

Tudo começa pelo custo de aquisição.

Erro comum: Usar valores aleatórios e esquecer taxas.
A regra: Preço médio ponderado mais todas as taxas envolvidas.
Como evitar:
Recalcule a cada nova compra. Prefira sistemas automáticos, já que planilhas manuais aumentam o risco de erros.

4. Esquecer que permuta também gera imposto

Trocar cripto por cripto não isenta você da tributação.

Erro comum: Achar que não precisa declarar a troca de BTC por ETH.
A regra: Permuta é venda. O valor de mercado recebido é base para o imposto.
Como evitar:
Registre tudo. Some esse valor às suas vendas do mês. Se o total ultrapassar R$ 35 mil, há imposto devido.

A solução definitiva é automatizar

Você não precisa correr riscos.
A Declare Cripto cuida de tudo para você:

  • Calcula seu preço médio com precisão

  • Monitora vendas e permutas

  • Gera DARFs automaticamente

  • Garante uma declaração sem erros

👉 Segurança fiscal com um clique. Experimente a Declare Cripto agora.

Conclusão

Erros na declaração de cripto não são pequenos detalhes, são grandes riscos.
Se você quer investir com tranquilidade em 2025, precisa estar em conformidade.
A melhor forma de fazer isso é automatizar com inteligência.
Declare certo. Durma tranquilo.

Perguntas Frequentes

Recebi airdrops ou staking. Preciso declarar?

Sim. Declare como “Bens e Direitos”. Use o valor de mercado na data do recebimento. O custo de aquisição é zero.

Uso corretoras no exterior. Muda algo?

Nada muda. A obrigação de declarar é sua como residente fiscal no Brasil.

O limite de R$ 35 mil é sobre lucro?

Não. O limite é sobre o total vendido no mês, incluindo permutas.

O Que São Criptoativos? Guia Completo para Iniciantes em Investimentos Digitais

Seu Primeiro Passo no Mundo Cripto

Você provavelmente já ouviu falar de Bitcoin, Ethereum e outras moedas digitais. Mas afinal, o que exatamente são criptoativos?
Se você é novo neste universo, é normal se sentir sobrecarregado com tantos termos e tecnologias. A boa notícia é que tudo começa com alguns conceitos simples e poderosos.

Este guia foi criado para ser o seu ponto de partida. Vamos desmistificar os criptoativos, explicar a tecnologia por trás deles e mostrar por que representam uma das maiores inovações financeiras da era digital. Ao final, você estará pronto para dar os primeiros passos com mais confiança, clareza e segurança.

O Que É um Criptoativo, Afinal?

Em sua essência, um criptoativo é um ativo digital protegido por criptografia e registrado em uma rede descentralizada. Vamos simplificar:

  • Ativo Digital: Ele não existe fisicamente como uma nota ou uma barra de ouro. Vive exclusivamente no mundo digital.

  • Rede Descentralizada: Não depende de bancos ou governos. O controle é compartilhado entre milhares de computadores pelo mundo.

  • Criptografia Avançada: Protege as informações e impede fraudes. É praticamente inviolável sem as chaves corretas.

A Tecnologia Mágica: Entendendo a Blockchain

A blockchain é a espinha dorsal dos criptoativos. Pense nela como um livro-caixa digital, imutável e público.
Cada transação é registrada em blocos que são conectados em cadeia (block-chain). Esses registros são verificados por vários computadores na rede (nós), criando um sistema confiável sem intermediários.

O resultado? Um histórico permanente, transparente e resistente a fraudes. É assim que a blockchain substitui a confiança em bancos por confiança no código.

Tipos de Criptoativos: Muito Além do Bitcoin

1. Criptomoedas

Projetadas para funcionar como dinheiro digital: meio de troca, reserva de valor e unidade de conta.
Exemplos: Bitcoin (BTC), Litecoin (LTC)

2. Tokens de Plataforma (Utility Tokens)

Permitem acessar produtos ou serviços dentro de um ecossistema digital.
Exemplos: Ethereum (ETH) para taxas e contratos inteligentes, Chainlink (LINK)

3. Stablecoins

Criptoativos com valor estável, geralmente atrelados ao dólar. Servem como ponte com o sistema financeiro tradicional.
Exemplos: Tether (USDT), USD Coin (USDC)

A Jornada do Investidor Começa com Conhecimento

Entender o que são criptoativos é o primeiro e mais importante passo. Afinal, você está lidando com uma nova classe de ativos que exige aprendizado constante.

E aqui entra um ponto crítico: à medida que você constrói seu patrimônio digital, também surgem responsabilidades fiscais, como a declaração correta desses ativos à Receita Federal.

Não Preciso Declarar Cripto no Brasil?

Sim, precisa. Mesmo que você não tenha vendido ou obtido lucro com seus criptoativos, a Receita Federal exige que você declare a posse dessas moedas digitais se o valor total ultrapassar R$ 5 mil.
Além disso, movimentações mensais acima de R$ 30 mil devem ser informadas separadamente. O não cumprimento pode gerar multas e problemas fiscais.

Declarar corretamente é uma obrigação legal e também uma forma de proteger seu patrimônio.

Comece com Segurança: Use Ferramentas que Facilitam sua Vida

A complexidade não precisa ser um obstáculo. Plataformas como a Declare Cripto foram criadas para simplificar o lado burocrático, organizando suas transações, automatizando cálculos e garantindo conformidade fiscal.

Com poucos cliques, você evita erros, multas e ainda economiza tempo.

Conheça a Declare Cripto e invista com tranquilidade.

Conclusão: O Valor Vai Muito Além do Dinheiro

Criptoativos não são apenas “moedas da internet”. Eles representam uma mudança de paradigma na forma como lidamos com valor, propriedade e confiança.

Compreender seus fundamentos é essencial para quem quer aproveitar essa revolução de forma consciente, segura e lucrativa.

Se você chegou até aqui, parabéns. Isso já coloca você à frente de muitos iniciantes. Continue estudando, testando e aprendendo. O futuro é digital, e você está no caminho certo. Compartilhe este guia com quem está começando e vamos juntos construir uma comunidade cripto mais consciente e preparada.

Perguntas Frequentes

Bitcoin e Criptoativo são a mesma coisa?

Não. Bitcoin é um tipo de criptoativo. Criptoativo é o termo guarda-chuva que inclui Bitcoin, Ethereum, stablecoins e outros tokens.

Preciso entender de tecnologia para investir?

Não precisa ser programador, mas é importante entender o básico sobre blockchain e descentralização.

Criptoativos são seguros?

A blockchain é extremamente segura. Os maiores riscos estão na volatilidade, no armazenamento seguro da sua chave privada e na escolha de corretoras confiáveis.

Inteligência Artificial da Receita Federal Identifica R$ 11 Bilhões em Evasão Fiscal com Criptoativos

A fiscalização de criptoativos no Brasil mudou. E a mudança é grande. A Receita Federal agora usa um poderoso sistema de inteligência artificial para analisar todas as operações. E ele já encontrou R$ 11 bilhões em inconsistências.

Isso muda tudo para quem investe.

O que o novo sistema faz?Ele conecta as informações. De um jeito que antes era impossível.O sistema cruza os dados que sua corretora envia com os do seu banco e com a sua declaração de imposto de renda. Se algo não estiver alinhado, ele identifica na hora.

Uma nova era para a fiscalização.Antes, a fiscalização era feita por amostragem. Uma verificação aqui, outra ali. Agora, a análise é completa e automática. Para todos.Isso significa que a precisão nas informações nunca foi tão importante.

A importância da conformidade.Manter o controle de cada compra, venda e permuta é um trabalho complexo. Calcular cada imposto, mais ainda. E um pequeno erro pode se transformar em um grande problema com o novo sistema da Receita.Neste novo cenário, a organização e o cálculo preciso dos ganhos são o caminho mais seguro para o investidor. A tecnologia de fiscalização avançou. A melhor resposta é usar a mesma precisão a seu favor, garantindo que suas informações estejam sempre corretas e alinhadas com as novas regras do jogo.

Banco Central Identifica Movimentação Atípica de R$ 14 Bilhões em Criptoativos e Emite Alerta ao Mercado

Neste domingo (17), o cenário regulatório de criptoativos no Brasil foi movimentado por uma notícia de grande relevância. O Banco Central (BC) emitiu um alerta sobre uma movimentação financeira atípica no valor de R$ 14 bilhões, realizada por meio de uma corretora de criptoativos que atua no país.

A informação, divulgada inicialmente pela colunista Mariana Barbosa do portal UOL, acende um debate fundamental sobre a importância da conformidade (compliance) e da transparência nas operações com ativos digitais. Para os investidores, entender o ocorrido é crucial para navegar com mais segurança no mercado.

O Que Aconteceu?

De acordo com o comunicado do Banco Central, a instituição identificou um volume expressivo e incomum de recursos sendo processados por uma exchange de criptomoedas internacional com operação no Brasil. O montante de R$ 14 bilhões teria sido movimentado durante o primeiro semestre deste ano.

O alerta do BC foi direcionado ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal, indicando que as operações podem ter sido utilizadas para atividades ilícitas, como evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

A autoridade monetária destacou que as transações eram realizadas de forma fracionada, com o objetivo de burlar os mecanismos de controle e os limites operacionais do sistema de pagamentos. Embora o nome da corretora não tenha sido divulgado oficialmente pelo BC no alerta, a reportagem do UOL aponta se tratar da Binance.

Qual o Impacto para o Investidor e o Mercado?

Este episódio reforça a crescente atenção que os órgãos reguladores, como o Banco Central e a Receita Federal, estão dedicando ao mercado de criptoativos. O que isso significa na prática?

  • Aumento da Fiscalização: Eventos como este tendem a intensificar a fiscalização sobre as operações de todas as corretoras e investidores. A capacidade dos reguladores de rastrear e identificar atividades suspeitas está cada vez mais sofisticada.
  • A Importância de Corretoras com Compliance Robusto: A escolha de uma exchange para operar deixa de ser apenas uma questão de taxas e liquidez, e passa a ser, fundamentalmente, uma questão de segurança e conformidade regulatória. Corretoras que investem em processos rigorosos de KYC (Know Your Customer) e AML (Anti-Money Laundering) oferecem um ambiente mais seguro para seus usuários.
  • Reforço da Necessidade de Declaração: A notícia sublinha a importância de manter um registro transparente e declarar corretamente todas as operações com criptoativos, conforme a Instrução Normativa 1888 da Receita Federal. Operar de forma transparente é a melhor proteção para o investidor.

O Cenário Pós-Alerta

Este evento marca um ponto de inflexão na supervisão do mercado de criptoativos no Brasil. A mensagem dos reguladores é clara: a fase de baixa supervisão terminou, e a conformidade será cada vez mais exigida de empresas e investidores.

Para o investidor, a conclusão é que a diligência e a transparência são, mais do que nunca, ferramentas essenciais de gestão de risco. Manter um registro detalhado das operações e estar em dia com as obrigações fiscais não é apenas uma exigência legal, mas a base para garantir a segurança e a legitimidade do seu patrimônio em ativos digitais. A Declare Cripto continuará monitorando os desdobramentos para manter a comunidade informada.

EUA aprovam marco cripto: stablecoins legais, regras SEC/CFTC e veto ao dólar digital

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos concluiu, em 17 de julho, a chamada “crypto week”, aprovando três projetos que podem redesenhar o mercado global de ativos digitais — o GENIUS Act, o CLARITY Act e o Anti‑CBDC Surveillance State Act. O primeiro já se converteu em lei federal, enquanto os dois últimos aguardam deliberação no Senado.

O GENIUS Act (Guiding & Establishing National Innovation for U.S. Stablecoins) é agora a primeira norma nacional para stablecoins nos EUA, assinada pelo presidente em 18 de julho. Exige reservas 1:1 em ativos muito líquidos, relatórios mensais de transparência e licença federal ou estadual específica para emissores — inclusive estrangeiros que queiram oferecer tokens pareados ao dólar no território norte‑americano.

O CLARITY Act (Digital Asset Market Clarity Act of 2025) passou na Câmara na mesma sessão, mas ainda precisa do aval do Senado. O texto define quando um token será tratado como valor mobiliário sob a SEC ou como commodity digital sob a CFTC, cria processo de registro acelerado para corretoras que negociem commodities digitais e garante o direito de autocustódia ao investidor.

Já o Anti‑CBDC Surveillance State Act — aprovado pela Câmara por margem estreita — proíbe o Federal Reserve de lançar ou mesmo pilotar uma moeda digital de banco central voltada ao varejo sem autorização expressa do Congresso, alegando proteção da privacidade financeira dos cidadãos; o projeto também segue para o Senado.

Por que essa agenda importa fora das fronteiras norte‑americanas, especialmente para o Brasil? Primeiro, porque a transparência exigida pelo GENIUS Act cria uma referência mundial: stablecoins dolarizadas terão de publicar a composição das reservas todo mês, sob risco de sanções. Esse padrão tende a irradiar‑se — o investidor brasileiro passa a exigir o mesmo nível de clareza e as autoridades locais ganham argumento para apertar a verificação de lastro. A Declare Cripto já incorpora relatórios de reserva quando reconcilia dados de exchanges e, ao converter informações brutas em arquivo compatível com a IN 1.888, entrega ao contribuinte o mesmo grau de evidência que agora será obrigatório nos EUA.

Segundo, a coordenação SEC/CFTC proposta no CLARITY Act oferece um roteiro que a CVM, o Banco Central e a Receita Federal podem observar. Se os norte‑americanos conseguirem dividir de forma funcional a supervisão de valores mobiliários tokenizados e de commodities digitais, o debate brasileiro — hoje disperso entre sandbox regulatório, Drex e regras de valores mobiliários — ganha um exemplo concreto. A arquitetura de dados que a Declare Cripto utiliza já classifica cada ativo segundo critérios de “security token”, “commodity token” e “payment stablecoin”, facilitando a exportação de relatórios para qualquer regulador que adote taxonomia semelhante.

Por fim, a rejeição legislativa a uma CBDC de varejo nos EUA cria uma rota alternativa ao real digital. Se o Senado mantiver o tom da Câmara, o Fed ficará impedido de lançar um dólar digital para o consumidor final, reforçando o modelo de stablecoins privadas reguladas. No Brasil, onde o Drex avança com testes de atacado e retalho, esse sinal pode influenciar a decisão sobre até onde levar a carteira pública do cidadão. De qualquer forma, a transparência continuará no centro: seja Drex, seja stablecoin bancária, o que os reguladores buscarão é a capacidade de auditar fluxos em tempo real — exatamente o que a Declare Cripto já faz ao transformar cada hash em linha contábil legível para Receita Federal, Bacen ou CVM.

Em síntese, os EUA estão prestes a fornecer “regras da estrada” que faltavam ao mercado cripto. A partir delas, o investidor brasileiro ganha mais clareza sobre quais stablecoins são realmente seguras, quais tokens podem ser listados sem risco de infração e qual modelo de moeda digital deve prevalecer.

Quem se antecipa, adotando o princípio de transparência que os norte‑americanos acabam de sacramentar, não apenas reduz litígios fiscais como se posiciona para dialogar sem atrito com quaisquer normas que o Brasil venha a atualizar.

A missão da Declare Cripto continua a mesma: converter dados dispersos em provas fiscais robustas para que o investidor honesto permaneça distinguido de qualquer operação obscura — agora com a vantagem de falar o mesmo dialeto regulatório que acaba de ganhar força em Washington.

Europol expõe R$ 2,9 bi em lavagem: por que a declaração correta de criptoativos separa o investidor honesto do criminoso

Europol expõe R$ 2,9 bi em lavagem: por que a declaração correta de criptoativos separa o investidor honesto do criminoso

A operação da Europol que prendeu cinco suspeitos por lavar € 460 milhões (cerca de R$ 2,9 bilhões) em criptomoedas deixa um alerta cristalino: autoridades já conseguem seguir o rastro digital até quem pratica fraude deliberada e movimenta divisas de forma clandestina. No caso europeu, investigado desde 2023, os criminosos criaram empresas de fachada em Hong Kong, espalharam fundos por contas bancárias em várias jurisdições e, por meio de “mulas digitais”, fracionavam valores para confundir o rastreamento — ainda assim acabaram identificados e presos.

Esse episódio ajuda a esclarecer a diferença entre três situações que muitas vezes se misturam na opinião pública. A primeira é a simples omissão fiscal: o investidor esquece ou atrasa o envio da declaração no padrão da Instrução Normativa 1888/2019 ou o DARF de ganho de capital. Embora a multa possa ser pesada, trata-se de infração administrativa, regularizável com pagamento e, em regra, sem reflexo penal. A segunda é a evasão de divisas: aqui há atitude ativa para tirar recursos do país sem registro no Banco Central ou na Receita, violando a Lei 7.492/86; já se configura crime e pode render até seis anos de prisão. A terceira, ainda mais grave, é a lavagem de dinheiro: o agente cria camadas (offshores, mixers, stablecoins opacas) para ocultar a origem ilícita do dinheiro — tipificação prevista na Lei 9.613/98, com pena que pode chegar a dez anos, além de confisco de bens. Em outras palavras, a fronteira que separa um mero atraso na obrigação acessória de um crime financeiro está menos na escolha da blockchain e mais na intenção e na trilha documental que a pessoa mantém.

Para o investidor brasileiro que age de boa-fé, a lição é objetiva: documentar cada satoshi numa linguagem que a Receita e o Banco Central entendam. É isso que a Declare Cripto faz ao recalcular custo médio, distinguir venda de transferência, gerar GCAP, DARF e declaração válida; e, principalmente, ao produzir um dossiê auditável que prova que a operação foi lícita e declarada. Quanto mais rápido os relatórios saem — tanto do histórico desde 2019 quanto da rotina mensal — menor o risco de a omissão ser interpretada como intenção de ocultar patrimônio.

A Europol mostrou que quem lava dinheiro não fica invisível; nós mostramos que quem declara direito nunca será confundido com eles.

Governo lança novo edital de licitação para contratar software de rastreamento de criptoativos

Quando o governo mira a blockchain, o investidor precisa de escudo – não de susto

Na última terça-feira, 17 de junho, o Ministério da Justiça e Segurança Pública publicou um edital que autoriza a contratação de um software de blockchain analytics por 36 meses. A licitação, conduzida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), recebe propostas até 4 de julho de 2025 e inclui suporte técnico e um treinamento para os agentes que operarão a ferramenta. O plano prevê 47 licenças distribuídas em 15 capitais, com Brasília (19 unidades) e Curitiba (8) no topo da lista. São Paulo e Rio de Janeiro, curiosamente, ficaram de fora da primeira leva. Para cumprir sua missão, o sistema deve rastrear Bitcoin, Ethereum, Tron, BNB, Dash, Dogecoin, XRP, Polygon, Avalanche e possibilidade de conexão a outras redes no futuro.

Por que isso deveria preocupar (e não paralisar) quem investe?
A capacidade de “enxergar” cada hash não significa, por si só, entender o que acontece ali. Swapsstakingbridges e transações P2P legítimas costumam confundir sistemas automatizados: basta uma única classificação errada para transformar um investidor de boa-fé em suspeito de evasão de divisas ou lavagem de dinheiro. O edital cita apenas algumas horas de capacitação para os operadores – muito pouco para lidar com as nuances que a Receita, o COAF e a jurisprudência tributária exigem.Em outras palavras, o governo ganha uma lupa sofisticada; já a interpretação correta desses dados continua sendo um desafio humano (e jurídico). É exatamente aí que nasce o risco de falsos positivos, autuações indevidas e bloqueios preventivos de contas.

A defesa deve vir antes do primeiro satoshi
A melhor resposta a esse novo monitoramento não é correr para a clandestinidade, e sim blindar a conformidade antes que o fiscal bata à porta. Isso significa:

  1. Consolidar 100 % das operações – exchanges nacionais, estrangeiras, carteiras próprias, DeFi, NFTs.
  2. Classificar cada evento segundo a lei brasileira – distinguir venda de transferência, rendimento de staking, doação de airdrop…
  3. Calcular o imposto em tempo real – saber quanto custará cada clique em “vender” antes da confirmação on-chain.
  4. Manter provas auditáveis – recibos, hash-timestamp, laudo contábil em padrão CPC/ABNT, tudo pronto para eventual defesa.
Onde a Declare Cripto entra nessa história?
Ferramentas globais de rastreio, como Chainalysis ou TRM Labs, já cumprem bem o papel de coleta bruta. A Declare Cripto cobre o espaço que falta: transforma dados em obrigações fiscais corretas – e, se necessário, em argumento jurídico. O processo funciona em quatro camadas:
Coleta: processa extratos de exchanges e blockchains (wallets) – Conecta-se a 150+ exchanges e carteiras e normaliza tudo automaticamente
Enriquecimento: Marca risco genérico por endereço  – Aplica IN 1.888/19, Lei 14.754/23, IN 2.180/24 e outras regras incidentes para classificar cada operação
Interpretação: Aplica a norma na prática – calcula custo médio, ganho de capital, rendimento e possíveis isenções – gerando a documentação necessária para proteção fiscal do investidor
Comprovação Armazena planilhas e documentos que constituem o dossiê probatório pronto para defesa dos interesses dos clientes junto à Receita Federal.Na prática, isso se traduz em três benefícios palpáveis:

  • Previsibilidade fiscal: o painel de Declaração mostra seu IR antes da cobrança ou da malha fiscal.
  • Resposta antecipada: os Dashboards permitem que você aprimore a consolidação e gestão dos seus ativos, para que você aproveite as “brechas legais tributárias” como isenções de pagamento de imposto.
  • Economia real: relatórios corretos evitam multas que podem chegar a 150 % do imposto devido e reduzem honorários de defesa.
Enquanto o Estado amplia sua lente, amplie a sua proteção.
O governo brasileiro deixa claro que quer enxergar cada ”Satoshi” que circula por aqui. Isso não precisa ser motivo de pânico, mas exige disciplina documental e inteligência fiscal.Rastrear é inevitável; interpretar corretamente continua sendo responsabilidade do investidor.

A Declare Cripto existe para que você cumpra essa responsabilidade sem perder tempo nem sono – transformando obrigatoriedades complexas em rotina automática e auditável.

Aumento de Pressões Regulatórias: A Suíça Trocará Dados de Investidores de Criptoativos com 74 Países, Inclusive o Brasil

Aumento de Pressões Regulatórias: A Suíça Trocará Dados de Investidores de Criptoativos com 74 Países, Inclusive o Brasil

Recentemente, a Suíça anunciou que começará a compartilhar dados sobre investidores de criptoativos com 74 países, incluindo o Brasil. Essa medida faz parte de uma tendência crescente de integração e maior controle sobre o mercado de criptomoedas globalmente. Com o fortalecimento das regras de transparência e o aumento da fiscalização, os investidores de criptoativos precisam redobrar sua atenção às suas obrigações fiscais.

A Regulação Global Está Chegando

A troca de informações fiscais, que já é uma realidade em muitos setores financeiros, agora se expande para o universo das criptomoedas. Com a colaboração de países como a Suíça e o Brasil, está se criando uma rede robusta de dados que permite a identificação de transações alheias à vontade dos investidores. Isso significa que as transações de criptoativos podem ser rastreadas de forma mais eficaz, ampliando a fiscalização e a conformidade.

Esse movimento é respaldado por estruturas como o CARF (Crypto Assets Reporting Framework), que regula, controla e monitora as operações de criptoativos. Para os investidores brasileiros, isso implica que a Receita Federal agora tem acesso a informações mais detalhadas e em tempo real sobre suas transações de criptomoedas.

O Risco para os Investidores

Com o aumento da coleta e compartilhamento de dados, a fiscalização sobre os criptoativos se torna mais incisiva. A Receita Federal, utilizando ferramentas como o CARF, regula e monitora as operações de criptoativos, identificando erros e omissões nas declarações fiscais. O risco de autuações e multas está diretamente ligado à falta de conformidade com as normas fiscais, o que pode gerar sérios problemas financeiros e legais para os investidores.

Garanta Conformidade e Evite Surpresas

Mantenha sua declaração em dia e evite penalidades severas. Em um cenário onde as autoridades fiscais têm acesso aos dados das transações de criptoativos, a conformidade fiscal é essencial. Não cumprir com as obrigações fiscais pode resultar em complicações com a Receita Federal. A Declare Cripto oferece a solução ideal para garantir que suas operações com criptoativos sejam reportadas corretamente, minimizando o risco de erros que podem levar a consequências negativas.

Com a nossa plataforma, você tem a certeza de que suas obrigações fiscais serão cumpridas com precisão, protegendo seus investimentos de possíveis problemas com a Receita Federal, que agora tem acesso a uma quantidade ainda maior de informações.

A Hora de Agir é Agora

À medida que mais países adotam políticas de fiscalização sobre criptoativos, os investidores devem se preparar para um ambiente de maior rigor regulatório. Mantenha sua declaração em dia com a Declare Cripto e esteja sempre em conformidade com as normas fiscais, protegendo seus investimentos de possíveis penalidades.

Invista com segurança, declare corretamente e evite problemas com a Receita Federal. Declare Cripto é a solução para garantir que suas obrigações fiscais sejam cumpridas de forma simples, eficiente e sem riscos.

Posse de Donald Trump e o Impacto no Mercado de Criptoativos: O Que Esperar para a Declaração à Receita Federal

No dia 20 de janeiro de 2025, Donald Trump assumiu o cargo de 47º presidente dos Estados Unidos. Embora tenha sido crítico das criptomoedas no passado, o crescimento global do mercado cripto e sua crescente adoção por investidores institucionais parecem ter influenciado sua mudança de postura. Trump agora vê as criptos como uma oportunidade para impulsionar a economia dos EUA, com a promessa de um ambiente regulatório mais favorável.

Bitcoin e Expectativas de Regulação Favorável
O Bitcoin alcançou novos recordes antes da posse de Trump, superando os 109 mil dólares. Esse aumento está diretamente relacionado à expectativa de políticas mais amigáveis para as criptos, com Trump criando um cenário regulatório mais aberto, o que pode incentivar o crescimento do setor e fortalecer a posição dos EUA no mercado cripto global.

A Memecoin de Melania Trump
Melania Trump lançou uma “memecoin” no dia da posse, gerando especulação no mercado. Embora as memecoins sejam vistas com cautela, esse movimento reforça a presença da família Trump no universo cripto e pode gerar maior interesse no setor.

Impacto nas Declarações à Receita Federal
Com o crescimento do mercado cripto, espera-se um aumento nas transações e, consequentemente, na necessidade de declarar criptoativos à Receita Federal do Brasil. Para os investidores brasileiros, garantir que seus ativos digitais sejam declarados corretamente se torna cada vez mais crucial.

Declare Cripto continua a ajudar você a manter suas obrigações fiscais em dia, acompanhando a evolução do mercado e as exigências da Receita Federal.

Conclusão
Com a postura mais favorável de Trump em relação às criptomoedas, o mercado está em crescimento acelerado, o que exigirá maior atenção às questões fiscais. A Declare Cripto está aqui para garantir que você cumpra todas as exigências de forma segura e conforme a legislação vigente.