Banco Central inicia fiscalização do mercado de criptomoedas no Brasil

O Banco Central do Brasil iniciou nesta segunda-feira a fiscalização direta do mercado de criptomoedas. Com a entrada em vigor das novas regras, o setor passa oficialmente a operar sob supervisão da autoridade monetária, encerrando um longo período de autorregulação.

A medida faz parte da regulamentação prevista na Lei nº 14.478 e estabelece critérios formais para o funcionamento das prestadoras de serviços de ativos virtuais, como corretoras e plataformas de negociação de criptoativos.

Novas regras valem para corretoras e plataformas de cripto

As empresas que já atuavam no mercado antes do início da fiscalização poderão continuar operando durante um período de transição, desde que iniciem o processo de adequação às exigências do Banco Central.

Já novas empresas que desejem operar no setor passam a depender de autorização prévia do regulador antes de iniciar qualquer atividade. A mudança cria um novo padrão de entrada e funcionamento para o mercado de cripto no Brasil.

Exigências incluem segurança, auditoria e segregação patrimonial

Entre os principais pontos da regulamentação estão a exigência de segregação patrimonial, garantindo que os ativos dos clientes permaneçam separados dos recursos das empresas, além de regras mais rígidas de governança e segurança cibernética.

As plataformas também passam a ser obrigadas a contratar auditorias independentes, com foco na verificação de reservas e na transparência das operações, reduzindo riscos para os investidores.

Fiscalização aproxima o mercado cripto do sistema financeiro

Com a fiscalização em vigor, o mercado de criptomoedas se aproxima das práticas já adotadas no sistema financeiro tradicional. A expectativa é de aumento da segurança jurídica, maior confiança institucional e redução de riscos estruturais no setor.

Para os investidores, o novo cenário reforça a importância de operar em plataformas alinhadas às regras brasileiras e de manter controle adequado sobre suas operações e obrigações fiscais.

Fonte: Banco Central inicia fiscalização do mercado de criptomoedas e regras entram em vigor nesta segunda-feira. / Livecoins

Perguntas Frequentes

O que mudou com o início da fiscalização do Banco Central?

O mercado passa a operar sob supervisão formal, com regras em vigor para corretoras e prestadoras de serviços de ativos virtuais, elevando exigências de governança e segurança.

As corretoras que já operavam precisam parar?

Não. As empresas que já atuavam antes da vigência podem seguir operando durante um período de transição, desde que iniciem a adequação às exigências regulatórias.

Investidores precisam fazer algo agora?

O investidor deve acompanhar as mudanças, priorizar plataformas alinhadas às regras brasileiras e manter organização das operações e obrigações fiscais.


Retrospectiva Cripto 2025: os fatos que mudaram o mercado e a declaração de impostos

O ano de 2025 marcou um divisor de águas para o mercado de criptoativos. O setor amadureceu, ganhou escala, atraiu instituições e entrou definitivamente no radar de reguladores no Brasil e no mundo.

Mais do que variações de preço, 2025 foi o ano em que o cripto deixou de ser visto como algo experimental e passou a ser tratado como infraestrutura financeira. E quando isso acontece, as regras acompanham.

Neste artigo, reunimos os principais fatos que definiram 2025 e explicamos por que eles impactam diretamente quem investe em cripto e precisa declarar corretamente.

Cripto ficou mais mainstream

Em 2025, o mercado de criptoativos alcançou um novo nível de visibilidade. Mais pessoas entraram, mais empresas passaram a falar sobre o tema e o assunto ganhou espaço definitivo no debate financeiro tradicional.

Com mais atenção, veio também mais fiscalização. Quanto maior o mercado, maior o interesse de reguladores e autoridades fiscais em acompanhar operações, fluxos e saldos.

ETFs e investidores institucionais normalizaram o mercado

A consolidação de ETFs de cripto e a entrada de investidores institucionais ajudaram a levar os ativos digitais para o ambiente dos investimentos tradicionais.

Cripto passou a ser tratado como produto de prateleira, acessível por estruturas reguladas. Esse movimento elevou o nível de exigência em governança, controles e compliance.

Mais capital institucional significa menos tolerância à informalidade.

Stablecoins dominaram o uso prático

As stablecoins se consolidaram como o principal instrumento de uso cotidiano no mercado cripto. Elas passaram a ser utilizadas para pagamentos, proteção contra volatilidade e transferências internacionais.

Para reguladores, stablecoins deixaram de ser curiosidade e passaram a ser tratadas como infraestrutura financeira, o que trouxe um olhar mais técnico e rigoroso sobre sua circulação.

Tokenização saiu da teoria e virou realidade

Em 2025, a tokenização avançou de forma concreta. Ativos do mundo real como crédito, recebíveis e direitos passaram a ser representados on-chain com mais frequência.

Esse movimento tornou o mercado mais sofisticado e, ao mesmo tempo, mais observado. Quanto mais próximo do sistema financeiro tradicional, maior o nível de exigência regulatória e fiscal.

A volatilidade seguiu como regra

Altas, quedas, euforia e correções continuaram fazendo parte da dinâmica do mercado cripto em 2025.

Em todos esses ciclos, um ponto ficou claro: quem não mantém histórico e registro adequado das operações tende a enfrentar problemas na apuração de resultados e na declaração do Imposto de Renda.

Segurança e golpes voltaram ao centro do debate

Mesmo com o amadurecimento do mercado, ataques, falhas de segurança e promessas irreais continuaram acontecendo.

Esse cenário reforçou a importância de organização, comprovantes e registros, não apenas para controle financeiro, mas também para comprovação de origem de recursos e movimentações.

Regulação global apertou o cerco

Ao longo de 2025, diversos países avançaram em exigências de identificação, rastreabilidade e reporte de operações com criptoativos.

A tendência global é clara: menos anonimato e mais reporte estruturado, seguindo padrões internacionais de transparência fiscal.

Novembro de 2025: o Banco Central regulou as PSAVs

Em novembro de 2025, o Banco Central do Brasil publicou as Resoluções 519, 520 e 521, estabelecendo regras específicas para Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais.

Na prática, as normas trouxeram:

  • Exigências mais rígidas de governança

  • Segregação patrimonial entre ativos das empresas e dos clientes

  • Controles reforçados de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo

O recado foi direto. 2025 foi o aviso. 2026 tende a ser o ano da execução.

IN 2.291/2025 e a criação da DeCripto

Outro marco relevante foi a Instrução Normativa 2.291/2025, que instituiu a DeCripto, uma nova obrigação de reporte de operações com criptoativos.

A partir de 2026, exchanges e empresas do setor deverão enviar um volume maior de informações à Receita Federal, seguindo padrões internacionais definidos pela OCDE.

Isso representa mais cruzamento de dados, mais rastreabilidade e maior capacidade de fiscalização.

O que 2025 ensinou ao investidor em cripto

O resumo para a pessoa física é objetivo:

  • O mercado amadureceu

  • A regulação avançou

  • O nível de cobrança aumentou

  • A informalidade ficou mais arriscada

Histórico de operações, comprovantes e relatórios organizados deixaram de ser detalhe e passaram a ser proteção real na declaração.

Perguntas Frequentes

Preciso declarar cripto mesmo sem vender?

Sim. A posse de criptoativos deve ser informada na ficha de Bens e Direitos, mesmo sem venda.

Stablecoins entram na declaração?

Sim. Stablecoins são criptoativos e devem ser declaradas como qualquer outro ativo digital.

A Receita já recebe dados de exchanges?

Sim. Com a DeCripto, a partir de 2026 o volume e o detalhamento das informações enviadas aumentam significativamente.

Qual o maior erro na declaração de cripto?

Falta de histórico, ausência de comprovantes e erros na apuração de resultados estão entre os principais problemas.

Cripto regulado pelo BC: O que muda e o que ainda falta alinhar

Do “vale-tudo” ao regulado: o Banco Central colocou cripto no trilho. Três resoluções — 519, 520 e 521 — e a Resolução Conjunta 14/2025 redesenham o ambiente: definem como as plataformas devem operar, quem pode operar, quando uma transação com cripto vira câmbio e qual o lastro de capital mínimo esperado das instituições autorizadas. É um avanço de segurança, previsibilidade e responsabilidade. E exige cautela: há pontos que ainda pedem harmonização com a Receita Federal, sobretudo no enquadramento de IOF-câmbio em rotas com stablecoins. Aqui vai o que já dá para afirmar com segurança — sem conclusões apressadas.

A Resolução 519 trata do “como”: padrões de conduta, governança e segurança. Na prática, a experiência do investidor (holder ou trader) fica mais clara e protegida. Teste de perfil antes de liberar produtos mais complexos. Avisos de risco e de custos em linguagem direta. Custódia com segregação patrimonial — os ativos do cliente separados dos ativos da empresa — e trilhas de auditoria. Política de listagem com critério e mecanismos contra manipulação e uso indevido de informação. Segurança cibernética com testes e plano de resposta a incidentes. E, no contato com a autocustódia, a obrigação de vincular o endereço do cliente (whitelist/prova de controle) e cumprir a “travel rule” nas transferências entre provedores. A 519 tem trajetória de transição e entrada plena prevista para 2 de fevereiro de 2026: o recado é organizar processos agora para não correr em cima da hora.

A Resolução 520 cria a porta de entrada: autorização prévia do BC para funcionar como prestadora de serviços de ativos virtuais. Isso inclui idoneidade e capacidade técnica de controladores e administradores, governança e controles internos, gestão de riscos e cibersegurança, PLD/FT e um dossiê operacional e tecnológico compatível. Também exige capacidade financeira compatível com o risco — ponto que se conecta à Resolução Conjunta 14/2025. Na prática, a 520 inicia uma onda de profissionalização e consolidação: o usuário tende a priorizar instituições autorizadas, e as empresas sérias alinham estrutura, pessoas e tecnologia ao padrão bancário.

A Resolução 521 faz o encaixe com o mundo real das fronteiras: quando a operação com cripto/stablecoin cruza o nacional, passa a jogar com as regras do câmbio. Remessas e pagamentos internacionais com cripto, liquidação de gastos no exterior, transferências de e para carteiras próprias com perna internacional e operações com ativos virtuais referenciados em moeda (as stablecoins “fiat-referenciadas”) entram no perímetro cambial. Só pode ofertar quem, além da autorização como PSAV, é habilitado a operar câmbio. A rotina muda pouco na aparência, mas muda muito na documentação: a operação ganha finalidade/código, KYC/KYB e identificação de contrapartes, inclusive quando o destinatário é a sua própria carteira. O BC também sinalizou calendário de reporte mais granular dessas operações a partir de maio de 2026, o que eleva a rastreabilidade e reduz atritos com o sistema financeiro tradicional.

A Resolução Conjunta 14/2025 não fixa um número mágico para “capital mínimo”; ela define uma metodologia. O piso de capital/patrimônio líquido passa a ser proporcional ao porte e às atividades da instituição autorizada (e isso inclui as prestadoras de serviços de ativos virtuais). É um “colchão” de solvência que reduz risco de contraparte para o investidor e força planejamento financeiro responsável do lado das empresas. O recado para o mercado é simples: crescimento com lastro.

E os impostos do investidor? Aqui, quase nada muda — e é importante separar fronteiras. O BC organiza como as plataformas operam e quando uma transação com cripto vira câmbio. A Receita Federal continua regendo a tributação do investidor: ganho de capital em operações no Brasil, reporte mensal da IN 1.888 quando aplicável, e as regras da Lei 14.754/IN 2.180 para rendas/aplicações no exterior. O que define “exterior” para fins fiscais não é a licença do BC, e sim com qual entidade você mantém a conta (CNPJ no Brasil ou entidade estrangeira). Licença não “nacionaliza” automaticamente o seu investimento; o que nacionaliza é a relação contratual com a unidade brasileira.

Sobre IOF em stablecoins, vale a prudência. A 521 puxa remessas e pagamentos com cripto/stablecoin para o câmbio quando há operação formal de câmbio (o tradicional “fechamento” com instituição habilitada). É desse fechamento que decorre eventual IOF-câmbio, conforme a finalidade. Movimentações puramente cripto-para-cripto, sem fechamento de câmbio on-shore, em regra não geram IOF-câmbio; ainda assim permanecem as obrigações de identificação, PLD/FT e “travel rule” nos on/off-ramps. Falta, porém, a sintonia fina com a Receita (manuais, perguntas e respostas), razão pela qual evitar conclusões definitivas é o caminho sensato até os próximos atos interpretativos.

O que isso significa para o investidor pessoa física? Três mensagens. Primeira: mais proteção de custódia e mais transparência — o “como” da plataforma melhora, e você passa a ter mais insumos para escolher com calma. Segunda: rotas internacionais com cripto viram câmbio — espere finalidade, identificação e documentação; o benefício é previsibilidade com bancos e auditorias. Terceira: a escolha entre operar em entidade brasileira ou estrangeira continua sendo um divisor para sua vida fiscal — o BC regula o uso, a Receita regula o imposto. Para quem opera com autocustódia, o rito tende a incluir cadastro e prova de controle de endereços; para quem usa Lightning, lembre que a saída é KYC e que a abertura/fechamento de canais aparece na camada 1, o que fecha a trilha quando você volta para reais ou interage com instituições reguladas.

Para as empresas do setor, a pauta é execução: definir escopo (intermediação, custódia, corretora; câmbio), montar o dossiê de autorização, implementar travel rule ponta a ponta, classificar operações com cripto no câmbio com clareza de finalidade e contrapartes, e planejar capital sob a metodologia da RC 14/2025. O bônus de fazer tudo isso cedo é reputação, acesso a parcerias e fluidez bancária; o ônus de deixar para depois é correr contra o relógio em 2026.

Na Declare Cripto, nosso papel é tirar o peso do caminho: consolidamos seus dados Brasil + exterior, classificamos remessas e stablecoins quando entram no câmbio, vinculamos carteiras para evidência, preparamos IN 1.888, GCAP/DARF e relatórios auditáveis — e deixamos você livre para investir com serenidade. No barulho das regras, a gente vira sussurro: simplificamos; você foca nos seus ganhos. Este texto é informativo e não substitui aconselhamento jurídico ou tributário. Enquanto as peças finais (como IOF-câmbio em cenários específicos) não se encaixam por completo, a melhor decisão é documentar, pedir orientação e operar no lado seguro.

Declare Cripto: A Arquitetura da Confiança Fiscal

No mercado financeiro tradicional, a confiança é depositada em instituições: bancos, governos, reguladores.
No universo dos criptoativos, a confiança é depositada no código, na matemática imutável e na descentralização da rede.
Mas onde o investidor encontra segurança na intersecção desses dois mundos, ao conectar seu patrimônio digital com o sistema fiscal brasileiro?

É para preencher essa lacuna fundamental que a Declare Cripto foi desenvolvida.
Não somos apenas uma ferramenta, mas uma plataforma cuja estrutura foi meticulosamente projetada para criar o que chamamos de arquitetura da confiança fiscal.
Este artigo detalha como cada pilar da nossa solução oferece a máxima segurança e tranquilidade para o investidor de criptoativos.

O Desafio: A Complexidade Fiscal do Universo Cripto

A confiança se torna essencial onde há complexidade e incerteza.
O cenário tributário para criptoativos no Brasil é precisamente este: um ambiente com regras específicas que geram dúvidas e insegurança.

A obrigação do pagamento mensal da DARF, o cálculo preciso do preço médio, a tributação sobre permuta e a necessidade de consolidar dados de múltiplas corretoras, cada uma com seu próprio padrão de extratos, são desafios que tornam a conformidade fiscal uma tarefa de alto risco quando realizada manualmente.
Isso abre espaço para erros que podem custar caro.

Os Pilares da Nossa Arquitetura de Confiança

Para construir uma ponte segura sobre este abismo de complexidade, a Declare Cripto se apoia em quatro pilares fundamentais, projetados para garantir que sua jornada fiscal seja sólida, precisa e à prova de falhas.

1. Precisão e Automação: O Fim do Erro Humano

A base da confiança é a certeza de que os números estão corretos.
O erro humano é a principal vulnerabilidade em qualquer controle manual, como o de planilhas.
Nossa arquitetura elimina esse risco através da automação.
A plataforma calcula o preço médio, apura os ganhos de capital e identifica a necessidade de pagamento da DARF com precisão matemática, seguindo rigorosamente a legislação da Receita Federal.

2. Segurança e Privacidade: Seus Dados como Prioridade

A confiança exige segurança.
Seus dados financeiros são sensíveis e tratados com o mais alto nível de proteção.
Nossa arquitetura utiliza criptografia de ponta e se conecta às suas corretoras através de APIs de apenas leitura (read-only), o que significa que não temos permissão para realizar qualquer operação em seu nome.
Seus dados são seus; nossa missão é protegê-los.

3. Conformidade Contínua: Sempre Atualizado com a Legislação

As regras fiscais podem evoluir.
Uma solução confiável não pode ser estática.
Nossa equipe de especialistas monitora constantemente as normativas da Receita Federal.
Essa vigilância garante que a lógica de cálculo da nossa plataforma esteja sempre 100% alinhada com as exigências mais recentes, protegendo você de surpresas.

4. Transparência e Controle: Você no Comando

A confiança é fortalecida pela transparência.
Em nosso dashboard, você tem uma visão clara e consolidada de todo o seu portfólio, seu histórico, o cálculo do seu preço médio e o status de suas obrigações.
Não há “caixas-pretas”; mostramos como chegamos a cada número, dando a você total controle e compreensão sobre sua vida fiscal cripto.

Mais que um Software: Um Ecossistema de Tranquilidade

Construir um patrimônio em criptoativos exige visão.
Protegê-lo das complexidades fiscais exige uma estrutura de confiança.
A Declare Cripto oferece a arquitetura completa para que sua jornada seja segura e em conformidade, transformando a incerteza tributária em certeza e tranquilidade.

👉 Descubra como nossa arquitetura de confiança pode funcionar para você.

Conclusão

No novo mercado financeiro, a confiança é uma função da tecnologia.
Ela é construída com código robusto, segurança e compromisso com a precisão.
A Declare Cripto materializa esses princípios, servindo como a ponte segura e confiável entre seus investimentos e o sistema fiscal brasileiro.
Em um mercado definido pela volatilidade, nós oferecemos a estabilidade da conformidade.

Perguntas Frequentes

O que significa “confiança fiscal” para criptoativos?

Significa ter a certeza de que todas as suas obrigações com a Receita Federal estão sendo cumpridas de forma correta e precisa, desde o cálculo dos impostos e pagamento das guias (DARFs) até a declaração anual de posse dos ativos.

É seguro conectar minhas corretoras à Declare Cripto?

Sim. Utilizamos conexões via API de “apenas leitura”, o que impede qualquer tipo de movimentação de fundos.
Nossa plataforma apenas lê seu histórico de transações para realizar os cálculos, e todos os dados são protegidos com criptografia.

Como a Declare Cripto me protege de erros?

Nossa plataforma automatiza os processos mais suscetíveis a erro humano, como o cálculo do preço médio e a apuração de lucros em milhares de transações.
Ao garantir a precisão matemática, eliminamos o principal risco de cair na malha fina.

Imposto sobre Criptomoedas: o que todo iniciante precisa saber

Entrar em cripto é empolgante. Pra investir com tranquilidade, você só precisa de duas coisas: saber quando declarar e saber quando pagar, o resto a tecnologia resolve.

O essencial em 30 segundos

  • Brasil (exchanges nacionais / nacionalizadas): você só paga IR sobre o lucro nos meses em que suas vendas somarem mais de R$ 35 mil (todas as criptos juntas). O recolhimento é via DARF até o último dia útil do mês seguinte.

  • Exterior (exchanges fora do Brasil): quando a custódia ou negociação acontece lá fora, os rendimentos (inclui ganhos nas vendas) entram como aplicações financeiras no exterior e são tributados a 15% na declaração anual (DAA), pelo regime de caixa (ano-base 2024 em diante). Compensa perdas com ganhos do mesmo ano.

  • Informes mensais (IN 1.888): se você operar fora de exchange brasileira (exterior ou DeFi) e seu total de operações no mês passar de R$ 30 mil, precisa informar essas movimentações à Receita.

  • Permuta conta: troca cripto-por-cripto entra no cálculo do volume mensal e pode gerar imposto se houver lucro.

  • Status da MP 1.303/2025: a MP que mudaria regras (incluindo o fim da isenção dos R$ 35 mil) expirou em 08/10/2025, portanto valem as regras atuais acima.

Quando eu pago imposto?

Brasil (nacional)

  • Paga quando: em um mês você vender mais de R$ 35.000 no total e tiver lucro.

  • Como paga: DARF 4600 até o último dia útil do mês seguinte.

  • Observação: o limite é sobre o total vendido, não o lucro.

    • Exemplo: vendeu R$ 36.000 e lucrou R$ 100 → paga sobre os R$ 100.

    • Vendeu R$ 34.000 com lucro → isento naquele mês.

Exterior (exchanges fora do Brasil)

  • O que muda: cripto custodiado ou negociado no exterior é tratado como aplicação financeira no exterior.

  • Alíquota/base: 15% sobre rendimentos (inclui ganhos nas vendas), apurados no ano e lançados na DAA pelo regime de caixa.

  • Perdas: dá pra compensar perdas com ganhos do mesmo ano (e carregar para anos seguintes, dentro das regras).

  • Tradução prática: “Faço trades só em exchange fora?” → seus ganhos entram no IR anual a 15%, sem usar DARF mensal do GCAP para essas operações.

Tenho que declarar posse?

Sim, se você já declara Imposto de Renda e em 31/12 tinha R$ 5.000 ou mais por tipo de cripto (custo de aquisição).
Informe em Bens e Direitos (Grupo 08 – Criptoativos), com o código do ativo.

E os informes mensais (IN 1.888)?

  • Quem informa: você informa quando opera fora de exchange brasileira (exterior ou protocolos DeFi).

  • Quando informa: se o total de operações no mês (somando compras, vendas, permuta, etc.) passar de R$ 30.000.

  • Prazo: até o último dia útil do mês seguinte às operações.

Exemplos rápidos

  • Vendeu R$ 40 mil na exchange BR e lucrou R$ 800: DARF no mês seguinte sobre R$ 800.

  • Fez R$ 50 mil de volume na exchange estrangeira: precisa enviar IN 1.888 no mês seguinte (passou de R$ 30 mil).

  • Trade em exchange no exterior (lucro no ano): entra no IR anual a 15%, com possibilidade de compensar perdas.

Como a Declare Cripto ajuda (sem fricção)

  • Conecta suas corretoras (BR, exterior e wallets).

  • Acompanha limites (R$ 35 mil / R$ 30 mil) e te avisa da obrigatoriedade no prazo.

  • Calcula o que importa (lucro/resultado) conforme a regra aplicável.

  • Gera a DARF quando for Brasil; prepara o consolidado pro IR anual quando for exterior.

 Comece do jeito certo com a Declare Cripto

Perguntas Frequentes

Só comprei, não vendi. Pago algo?

Não. Sem venda lucrativa, não tem DARF. A posse pode ter que ser declarada (≥ R$ 5.000 por tipo).

Permuta (cripto por cripto) entra no jogo?

Sim. Conta no volume mensal e pode gerar imposto se houver lucro.

A MP de 2025 mudou a regra dos R$ 35 mil?

Não. A MP 1.303/2025 caducou em 08/10/2025 (não virou lei). Mantém-se a isenção dos R$ 35 mil por mês no Brasil.

Aviso de risco: criptoativos são voláteis e envolvem riscos. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento.

31 de Outubro: O Dia em que o Bitcoin Nasceu e Redefiniu o Dinheiro

Uma ideia simples. Um ponto de virada na história do dinheiro.

Em 31 de outubro de 2008, enquanto o mundo celebrava o Halloween, um e-mail discreto acendia a fagulha de uma revolução silenciosa.
Satoshi Nakamoto, um nome tão enigmático quanto visionário, compartilhou com o mundo um white paper de nove páginas que redefiniria o que entendemos por dinheiro.
Nascia ali o Bitcoin. E com ele, uma nova era.

Bitcoin: Quando a Tecnologia Se Torna Liberdade

Clareza

O white paper “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” apresentava mais do que um sistema de pagamento.
Ele propunha um novo conceito de confiança, onde o código substitui bancos, e onde a rede é o verdadeiro árbitro da verdade.

Credibilidade

Satoshi resolveu o problema do “gasto duplo” com uma arquitetura inovadora: um registro público, imutável e descentralizado, o que hoje conhecemos como blockchain.
Um sistema onde cada transação é validada por milhares de participantes, de forma transparente e resistente à manipulação.

Os Pilares do Bitcoin

Descentralização Radical

Imagine um sistema financeiro sem intermediários. Sem fronteiras. Sem censura.
A blockchain tornou isso possível. Cada bloco, cada transação, é validado por uma rede global.
Não há centro. Não há controle. Só consenso.

Escassez Programada

Ao limitar sua emissão a 21 milhões de unidades, o Bitcoin estabeleceu um novo padrão: um ativo digital finito, previsível e resistente à inflação.
A era do ouro digital havia começado.

Conexão com o Agora: De Manifesto a Movimento Global

De um simples PDF, surgiu uma indústria trilionária.
O white paper do Bitcoin não criou apenas uma moeda — ele iniciou um movimento.
Empresas, governos e investidores estão, até hoje, reagindo ao impacto dessa criação.
Mas com a inovação, vem a responsabilidade.

Declare Cripto: Navegue com Segurança na Nova Economia

A Receita Federal exige que seus criptoativos sejam declarados corretamente.
Isso inclui informar, calcular e comprovar ganhos.
Parece complexo? É mesmo. Por isso criamos a Declare Cripto.

Uma plataforma que automatiza cálculos, organiza transações e gera relatórios completos para sua declaração.
Tudo isso com segurança, precisão e tranquilidade.

Porque na nova economia, informação é liberdade. E conformidade é proteção.

👉 Conheça a Declare Cripto e transforme a burocracia em simplicidade.

Mais do que uma data, um divisor de águas

31 de Outubro é mais do que uma data.
É um lembrete de que uma ideia bem executada pode mudar tudo.
Satoshi Nakamoto provou isso.
E enquanto muitos ainda tentam entender o passado do Bitcoin, outros já estão construindo o futuro.
Você está pronto?

Perguntas Frequentes

Quem é Satoshi Nakamoto?

Criador do Bitcoin. Identidade desconhecida. Legado inegável.

Por que o limite de 21 milhões importa?

Porque escassez gera valor, e previsibilidade gera confiança.

Preciso declarar mesmo sem vender?

Sim. Acima de R$ 5.000 em criptoativos, você deve declarar na ficha de “Bens e Direitos” da sua declaração de IR.

Proposta de regularização fiscal com imposto reduzido para investidores de cripto volta a ser tema no Congresso

O RERAV (Regime Especial de Regularização de Ativos Virtuais) voltou ao debate no Congresso. Após ter saído da MP 1.303/2025, a equipe econômica avalia reapresentar o tema em um novo pacote. Em termos práticos, o mercado acompanha uma proposta em discussão — qualquer decisão dependerá do texto final e da aprovação legislativa.

No desenho anteriormente debatido, o RERAV indicava:

  • Regularização voluntária de cripto (inclusive autocustódia) detidos até 31/12/2025;

  • Alíquota de 7,5% sobre o valor declarado, com possibilidade de multa adicional sugerida em parecer;

  • Janela de até 180 dias após a regulamentação;

  • Adesão sem exigência de chaves públicas ou endereços de carteira.

Esses pontos hoje funcionam apenas como referência e podem ser ajustados se o tema retornar ao texto.

 

O que o Investidor já pode fazer?
Mantenha documentação e lastro organizados, acompanhe a tramitação oficial e avalie custo–benefício quando houver regras definitivas.

 

Fonte: Cointelegraph 

Imposto de Renda em Cripto: clareza para decidir hoje

Se você investe em cripto, entender o IR não pode virar labirinto

Abaixo, uma linha reta: onde estamos, o que deve mudar e o que fazer agora, em linguagem simples.

Onde estamos (2025)

Hoje, a tributação de cripto no Brasil se apoia em três pontos objetivos:

  • Declaração de posse: informar cripto acima de R$ 5.000 em Bens e Direitos.

  • Ganho de capital: pagar imposto quando o total vendido no mês superar R$ 35.000.

  • Transparência: exchanges no Brasil reportam operações dos clientes (IN 1.888).

O que deve mudar (sinais claros)

  • Integração + IA: cruzamentos mais rápidos entre exchanges, bancos e declarações.

  • Regras específicas: normativas para staking, DeFi e NFTs, com cálculo e recolhimento definidos.

  • Padronização: impactos da reforma tributária aproximando cripto de outros ativos. O Banco Central deve emitir novas normas de padronização para exchanges, produtos com cripto e criptoativos muito em breve.

  • Cooperação internacional: CARF/OCDE ampliando a visibilidade de operações no exterior.

O que fazer agora (plano em 3 passos)

  • Organize os dados: centralize transações, taxas e origens (exchange, carteira, rede).

  • Concilie mensalmente: classifique compra e venda, permuta, rendimentos (staking e airdrops) e transferências internas.

  • Simule e gere: calcule preço médio, avalie ganho de capital e emita DARF quando aplicável.

Como a Declare Cripto ajuda

  • Importe e padronize dados de múltiplas fontes.

  • Calcula automaticamente ganhos e DARFs, com auditoria item a item.

  • Acompanha mudanças legais: quando a regra muda, o sistema acompanha.

Próximo passo

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Confiável por design

Criptografia e privacidade por padrão • Suporte humano quando precisar • Relatórios auditáveis

Aviso legal: Conteúdo informativo. Não constitui aconselhamento jurídico, contábil ou fiscal individual.
Atualizado em 10 de outubro de 2025.

Perguntas Frequentes

Preciso declarar cripto comprada no exterior?

Sim. Declare em Bens e Direitos, informando a origem (exchange ou carteira) e os saldos.

A Receita vê operações em exchanges estrangeiras?

A tendência é troca automática de informações (CARF e OCDE). Documente tudo.

Permuta entre cripto paga imposto?

Em geral, permuta é alienação. Avalie ganho de capital e, se houver, recolha.

Como tratar staking e airdrops?

Registre como novo bem (muitas vezes com custo zero) e acompanhe normativas específicas.

O Que é uma Exchange de Criptomoedas e Como Escolher a Melhor

 

A porta de entrada para o universo cripto começa aqui

Para quem está iniciando no mundo dos criptoativos, tudo começa com uma decisão: onde comprar e vender suas criptomoedas com segurança. As exchanges são o primeiro passo — a ponte entre o dinheiro tradicional e a nova economia digital.
Mas o que é, de fato, uma exchange? Como funciona? E como escolher a melhor entre tantas opções? Respire fundo. Este guia foi feito para você.

1. O que é uma Exchange de Criptomoedas?

Uma exchange é uma plataforma online onde você compra, vende ou troca criptoativos — como se fosse uma casa de câmbio digital. A diferença? Em vez de trocar reais por dólares, você troca reais por Bitcoin, Ethereum ou outras criptos.

2. Como Funciona uma Exchange

As exchanges conectam compradores e vendedores em tempo real. Elas mantêm um livro de ofertas onde suas ordens são listadas e “casadas” com ordens de outros usuários.
Você compra. Alguém vende. A plataforma executa a operação e cobra uma pequena taxa. Simples assim. E o melhor: muitas ainda oferecem custódia dos ativos, mantendo suas criptos seguras — ou pelo menos deveriam.

3. Centralizada ou Descentralizada? Qual a Diferença?

Exchanges Centralizadas (CEX)

  • Operadas por empresas
  • Interface simples
  • Alta liquidez
  • Você entrega a custódia dos seus ativos
  • Exemplos: Binance, Coinbase, Mercado Bitcoin

Exchanges Descentralizadas (DEX)

  • Operam direto na blockchain
  • Mais privacidade
  • Controle total dos fundos
  • Exigem conhecimento técnico
  • Exemplos: Uniswap, PancakeSwap

4. Como Escolher a Melhor Exchange: 5 Pontos-Chave

 Segurança

Segurança não é um recurso extra — é o mínimo. Priorize plataformas que levem isso a sério:

  • Autenticação de dois fatores (2FA)
  • Armazenamento em cold wallets para a maior parte dos fundos
  • Histórico de segurança sólido, sem grandes incidentes
  • Fundos de reserva ou seguros, como o SAFU (Secure Asset Fund) da Binance
  • Testes de resiliência e auditorias externas regulares

Esses elementos demonstram compromisso com a proteção dos seus ativos e a estabilidade da plataforma.

Taxas

Compare as taxas de negociação, depósito e saque. Algumas cobram menos por volumes altos, outras são mais vantajosas para quem está começando. Avalie o custo-benefício.

Liquidez

Alta liquidez significa mais facilidade para comprar ou vender sem oscilações bruscas de preço. Evite exchanges onde seus pedidos “travam” por falta de demanda.

Variedade de Criptos

Quer diversificar sua carteira? Prefira exchanges com uma boa seleção de ativos — das moedas mais consolidadas às promissoras altcoins.

Usabilidade e Suporte

Uma interface simples, em português, com suporte acessível, faz toda a diferença — principalmente nos primeiros passos.

5. E as Obrigações Fiscais? A Gente Resolve.

Não importa quantas exchanges você use — os impostos continuam com você. A boa notícia? A Declare Cripto cuida disso para você.
Conecte suas exchanges, importe seu histórico automaticamente e organize tudo em um só lugar. A declaração de criptoativos, feita de forma simples, precisa e segura.
Opere em quantas exchanges quiser. A Declare Cripto organiza tudo.

Conclusão

Escolher a exchange certa não é só uma questão de praticidade — é sobre segurança, controle e tranquilidade. Invista com consciência. Comece com solidez. E conte com a Declare Cripto para cuidar da parte mais complexa.

Perguntas Frequentes

Posso usar mais de uma exchange?

Sim. Muitos investidores diversificam por taxas ou variedade. Só não esqueça da organização fiscal.

E se a exchange for hackeada?

Em CEXs, o risco existe. Prefira exchanges seguras e considere mover ativos para carteiras privadas.

Exchanges brasileiras são mais seguras?

Não necessariamente. Avalie a estrutura de segurança, não só a localização. Mas o suporte local pode ajudar.

Alerta global: Reino Unido intensifica caça a ganhos não declarados em cripto

Um movimento que atravessa fronteiras

O mercado de criptomoedas enfrenta uma nova realidade. A HMRC, autoridade fiscal do Reino Unido, enviou quase 65 000 cartas de advertência a investidores de cripto no último ano, mais que o dobro do período anterior.
Esse aumento reflete uma tendência global: a intensificação da fiscalização tributária sobre quem investe e não declara corretamente seus ativos digitais.

A ofensiva fiscal do Reino Unido

A HMRC, equivalente à Receita Federal no Brasil, está usando tecnologia avançada e parcerias com exchanges para rastrear transações e identificar ganhos não declarados.
O salto de mais de 100% no número de cartas enviadas mostra que as criptomoedas deixaram de ser “terra sem lei” na visão das autoridades fiscais.

Por que esse movimento ganhou força?

  • Maturidade do mercado: com criptomoedas consolidadas como classe de ativos legítima, governos exigem conformidade tributária.

  • Tecnologia de rastreamento: ferramentas de análise blockchain permitem identificar operações com precisão.

  • Pressão orçamentária: novos recursos fiscais ajudam a compensar déficits públicos.

  • Volatilidade e lucros expressivos: movimentações significativas chamam atenção dos fiscos.

Uma tendência que não para no Reino Unido

O endurecimento das regras no Reino Unido acompanha uma onda global de fiscalização.
Países como Estados Unidos, Austrália, Alemanha e Brasil também estão adotando medidas para monitorar e tributar operações com criptoativos.

Estados Unidos intensifica vigilância

A IRS (Internal Revenue Service) obriga exchanges a reportar transações e usa inteligência artificial para identificar evasão fiscal.

Cenário no Brasil

A Receita Federal exige que investidores declarem seus criptoativos e cruza dados com exchanges nacionais e internacionais.
Quem não cumprir as regras pode enfrentar multas pesadas, juros e até processos por sonegação.

O que os investidores precisam saber

A mensagem é clara: a era da “febre livre” acabou. Quem investe em cripto precisa entender suas obrigações fiscais.

  • A declaração de posse é obrigatória mesmo sem venda.

  • Ganhos com venda de cripto são tributáveis.

  • Trocas entre moedas digitais também podem gerar imposto.

  • Manter histórico organizado de transações é essencial.

Riscos da não conformidade

  • Multas de até 150% do valor não declarado.

  • Juros retroativos sobre valores devidos.

  • Processos criminais em casos graves.

  • Bloqueio de contas e apreensão de ativos.

O futuro da regulação global

A cooperação internacional entre órgãos fiscais cresce rapidamente. Exchanges serão obrigadas a compartilhar dados de transações e penalidades ficarão mais severas.
A ironia: a mesma tecnologia blockchain que prometia anonimato agora aumenta a transparência fiscal.

Tendências emergentes

  • Reportes automáticos obrigatórios de transações.

  • Acordos internacionais de padronização tributária.

  • Punições mais rígidas para evasão fiscal.

Conclusão

As 65 000 cartas da HMRC são apenas um sinal do que vem pela frente.
Em um cenário de fiscalização cada vez mais rigorosa, manter a conformidade fiscal não é mais uma opção, mas uma necessidade estratégica para quem investe em cripto.
Organizar, declarar e antecipar-se à Receita é a melhor forma de proteger seu patrimônio e seguir investindo com tranquilidade.

Perguntas Frequentes

A fiscalização de criptoativos está crescendo só no Reino Unido?

Não. Trata-se de uma tendência global, com países como EUA, Austrália e Brasil intensificando a cobrança.

Posso ser multado mesmo sem ter vendido criptoativos?

Sim. Em muitos países, a simples posse de ativos já exige declaração formal.

Trocar uma cripto por outra gera imposto?

Na maioria das jurisdições, sim. A permuta é tratada como evento tributável.

Como evitar problemas com a Receita?

Mantendo registros organizados, declarando corretamente e, se possível, automatizando cálculos com plataformas especializadas.