Arquivo para Tag: como declarar bitcoin

Guia Completo: Imposto de Renda Cripto 2026

Guia Rápido: Como Declarar Cripto no Imposto de Renda Cripto 2026 

Ano-base 2025 | Com base na IN 1.888/2019 e contexto IN 2.291/2025

O Essencial: Você Operou Cripto em 2025? Precisa Ficar Atento em 2026

A Receita Federal está de olho: com novas regras (IN 2.291/2025), resoluções do Banco Central e cruzamento de dados via exchanges, bancos e Pix, o monitoramento aumentou.

Mesmo que você só tenha comprado ou usado DeFi, pode ter que declarar.

Declaração não é imposto. Você só paga se:

  • Vendeu com lucro e ultrapassou R$ 35 mil no mês (Brasil)

  • Teve lucro no exterior (sem prejuízo compensável)

Quem teve rendimento ou prejuízo com cripto no exterior em 2025 precisa declarar no Imposto de Renda Cripto 2026 — qualquer valor.

O que entra na declaração:

  • Criptoativos com custo de aquisição acima de R$ 5.000 por ativo

  • BTC, ETH, stablecoins, altcoins, tokens, NFTs

  • Operações em exchanges, wallets, DeFi e P2P

 Que Você Precisa Fazer para Declarar Certo

1. Mapeie onde operou

  • Exchanges nacionais e estrangeiras

  • Wallets próprias

  • Protocolo DeFi ou P2P

2. Organize seus dados

  • Saldo por ativo em 31/12/2025

  • Custo de aquisição (em reais)

  • Extratos de todas as plataformas

  • Prints e txids das operações on-chain

3. Declare no programa Imposto de Renda Cripto

  • Preencha “Bens e Direitos” com os saldos

  • Informe ganhos de capital, se houver

  • Declare rendimentos (staking, cashback etc.)

4. Guarde o dossiê

  • DARFs pagos (se houver)

  • Relatórios do GCAP

  • Comprovações de origem (se patrimônio cresceu)

Dica de Ouro: Evite Planilhas, Use Tecnologia

Planilha parece simples, mas para quem operou muito ou usou DeFi:

  • Erros de custo médio são comuns

  • Mistura de moedas, taxas e redes gera confusão

Use a Declare Cripto:

  • Importação automática

  • Apuração de ganhos e rendimentos

  • Relatórios prontos para o Imposto de Renda Cripto

  • Painel gratuito para começar

Comece agora com clareza, segurança e sem dor de cabeça.

Acesse o painel gratuito da Declare Cripto

Resumo Final + Glossário Express

Checklist Imposto de Renda Cripto 2026

  • Saldos por ativo com custo

  • Extratos completos

  • DARFs/GCAP se lucro

  • Separar Brasil x exterior

  • Comprovar origem de patrimônio

Glossário Rápido

  • DAA Imposto de Renda Cripto: sua declaração anual de imposto de renda

  • Alienação: venda ou troca de ativo

  • Custo de aquisição: quanto você pagou (em reais)

  • Permuta/Swap: troca de cripto por cripto (pode gerar imposto)

  • GCAP: programa da Receita para apurar ganhos

  • Staking: rendimento ao “travar” cripto

  • DARF: guia de pagamento de imposto

Aviso: Este material é informativo. Procure orientação profissional para casos específicos.

© 2026 Declare Cripto. Todos os direitos reservados.

FAQ

O que muda no Imposto de Renda Cripto 2026 com a IN 2.291/2025? A nova normativa aumenta o rigor no rastreamento de operações, especialmente em plataformas descentralizadas (DeFi) e transações via Pix, exigindo que o contribuinte tenha um controle muito mais detalhado de seu custo médio para evitar inconsistências.

Preciso declarar se minhas criptomoedas perderam valor em 2025? Sim. A obrigação de declarar a posse no Imposto de Renda Cripto 2026 baseia-se no custo de aquisição (acima de R$ 5.000 por ativo) e não no valor de mercado atual. O prejuízo só é relevante no momento da venda para fins de compensação, se aplicável.

Como funciona a tributação de permutas entre criptoativos? A Receita Federal considera a troca de uma criptomoeda por outra como uma alienação. Se o valor da operação ultrapassar o limite de isenção e houver ganho em relação ao custo de aquisição original, o imposto deve ser apurado no mês da troca.

Um Adeus a 2024: Um Ano de Conquistas na Declare Cripto

O ano de 2024 foi incrível para a Declare Cripto!

Chegamos ao final deste ciclo com a certeza de que vivemos momentos marcantes de crescimento, inovação e aprendizado. Este ano nos desafiou a sermos melhores, e, com o apoio de clientes, parceiros e colaboradores, superamos expectativas e alcançamos novas alturas.Crescemos como empresa, ampliando nossa presença no mercado e fortalecendo nossas soluções para a conformidade fiscal de criptoativos. Iniciamos projetos ambiciosos, consolidamos parcerias estratégicas e, acima de tudo, mantivemos nosso compromisso de oferecer um serviço que entrega valor real aos nossos clientes.Nada disso seria possível sem o apoio de vocês.

Aos nossos clientes, agradecemos pela confiança em nosso trabalho. Aos nossos parceiros, agradecemos pela colaboração que nos impulsiona a seguir em frente. E aos nossos colaboradores, somos imensamente gratos pela dedicação e talento que fazem da Declare Cripto o que ela é.Estamos prontos para encarar 2025 com o mesmo entusiasmo e compromisso. Podem ter certeza que continuaremos inovando, fortalecendo nosso ecossistema e contribuindo para o crescimento do mercado de criptoativos no Brasil.

Que esse ano seja ainda mais próspero para todos nós!Obrigado por fazerem parte da nossa história, só de termos vocês ao nosso lado, já sabemos que 2025 será um grande ano!

Equipe Declare Cripto.

ALTERADA TRIBUTAÇÃO DE RENDIMENTOS COM CRIPTO DE CORRETORAS BRASILEIRAS

A Solução de Consulta nº 184, de 24 de junho de 2024, publicada no Diário Oficial, esclarece sobre a tributação dos rendimentos provenientes da cessão temporária de criptoativos fungíveis a pessoas jurídicas domiciliadas no Brasil – por corretoras brasileiras. A Receita Federal considera essa operação como um contrato de mútuo (empréstimo de coisas fungíveis).

Essas operações são comuns em corretoras que oferecem plataformas de “earn”, “poupança” e “stake” e os recentes produtos de rendimento fixo e variável com cripto, onde os usuários cedem temporariamente suas criptomoedas em troca de juros.

A Receita Federal determina que os rendimentos dessas operações – exclusivamente em corretoras brasileiras – sejam tributados exclusivamente na fonte pelo Imposto de Renda, com base no valor de mercado dos criptoativos na data do recebimento, mesmo que não haja conversão para moeda fiduciária. As alíquotas aplicadas variam de acordo com o tempo de aplicação:

  • 22,5% para aplicações de até 180 dias
  • 20% para aplicações de 181 a 360 dias
  • 17,5% para aplicações de 361 a 720 dias
  • 15% para aplicações acima de 720 dias

Essas operações devem ser informadas pelas exchanges nacionais à Receita Federal, conforme a IN 1888. A Receita também esclarece a tributação em caso de alienação após a devolução do criptoativo cedido, remetendo à Solução de Consulta nº 214/2021, que aborda a tributação da permuta e a isenção de até R$ 35.000 em alienações mensais, válida a partir de 2024 apenas para criptomoedas custodiadas ou negociadas no Brasil.

CUIDADO! Receita saberá de operações de investidores em corretoras internacionais.

Amparada na chamada Lei das Offshores, Receita Federal convoca exchanges de criptoativos estrangeiras que operam no Brasil para participarem de seu Grupo de Trabalho sobre conformidade tributária das corretoras cripto. Não está claro ainda se a Receita Federal pedirá somente os dados atuais dos usuários ou se pedirão os últimos 05 anos por exemplo. Com base em decisões anteriores, o mais provável é a Receita Federal pedir, sim, o histórico dos clientes.

O intuito do Grupo de Trabalho é entender como elas funcionam no Brasil e que tipo de cooperação possuem com prestadores de serviço locais, de acordo com notícia da Reuters. São exemplos de corretoras estrangeiras com operações no país Binance, Bybit, Gate.io, Kucoin, Bitget entre outras.

Vale ressaltar que, desde 2019, com a publicação da Instrução Normativa 1.888, as empresas de compra e venda de criptomoedas precisam informar à Receita as transações realizadas por seus clientes. Por essa regra ainda fica definido que cabe ao Contribuinte (usuário/investidor cripto) declarar suas transações quando realizadas em exchange sediada no exterior.

No entanto, essa diferenciação, que muitas exchanges locais acusavam de ensejar a chamada “arbitragem regulatória” (quando uma empresa aproveita de condições mais benéficas de operação no exterior para dominar um mercado que é regulado para as companhias locais) foi tratada em regulamentações brasileiras posteriores. A principal delas foi a chamada Lei de Tributação dos Fundos Offshores (Lei 14.754/2023), que em seu artigo 44, determina que “as empresas que operarem no país com ativos virtuais, independentemente de seu domicílio, ficam obrigadas a fornecer informações periódicas de suas atividades e de seus clientes à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Fazenda e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)”.

Esta iniciativa ocorre em um momento de ebulição regulatória e aumento significativo das declarações de criptomoedas no Brasil. Entre janeiro e julho de 2023, os brasileiros declararam R$ 133,6 bilhões em criptoativos. Trata-se de um aumento de 36,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Deste total, R$ 14,5 bilhões foram declarados em exchanges no exterior, um crescimento de 51,2%.

A fim de assegurar a conformidade, o fornecimento de informações ao governo depende dos contribuintes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. A Receita Federal está trabalhando em uma atualização tecnológica para liberar novos dados, o que deve aprimorar o monitoramento e a fiscalização dessas operações.

SOS Rio Grande do Sul – #JogandoJunto

Estamos acompanhando e vivendo na pela a tragédia que atingiu o nosso estado.

No entanto, também vemos a esperança nas muitas ações de solidariedade.
Nós da Declare Cripto estamos engajados na campanha #JogandoJunto pelo RS, uma iniciativa que une as forças do
Internacional, Grêmio e outras associações brasileiras, para ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

E agora, você também pode contribuir com doações em criptoativos.

A Associação Brasileira de Criptoeconomia, em parceria com diversas empresas do setor, está arrecadando doações em
Bitcoin, Ethereum, Chiliz e Tether. Essas doações são convertidas em reais e destinadas à Rede de Bancos de Alimentos do Rio Grande do Sul.

Desde o início das mobilizações, no começo de maio, já arrecadamos mais de 1 milhão de reais. Com total transparência,
garantimos que cada doação faça a diferença.
Cada contribuição é monitorada e utilizada de forma eficiente, em parceria com a ONG Banco de Alimentos do Rio Grande
do Sul e a ABcripto.

A campanha #JogandoJunto pelo RS representa essa união de forças para trazer alívio e esperança.
O objetivo é ampliar as formas de doação e proporcionar apoio às vidas que foram afetadas por essa grande tragédia.

Faça sua doação clicando aqui: SOS RS – Abcripto

Não Declarou suas Criptomoedas? Saiba os Riscos

Não Declarou suas Criptomoedas? Saiba os Riscos

Não Declarou suas Criptomoedas? Saiba os Riscos! :atenção:


1. Multas Pesadas:
Omissão de criptoativos na declaração de imposto de renda pode resultar em multas de até 150% do valor devido.


2. Fiscalização Rigorosa:
A Receita Federal está cada vez mais eficiente na detecção de transações não declaradas, especialmente em criptoativos.

3. Penalidades Criminais:
Além de multas, a não declaração pode levar a processos criminais por sonegação fiscal, com risco de pena de prisão.

4. Perda de Credibilidade:
Problemas com a Receita Federal podem afetar sua reputação financeira e dificultar futuros investimentos e transações.

:megafone2: Regularize sua situação e evite complicações!

Teste grátis por 45 dias: Declare Cripto

Comunicado importante!

A Declare Cripto, orgulhosa em ser gaúcha e tendo entre seus colaboradores pessoas de diversos estados do Brasil, também sente e sofre a enchente que varreu nosso estado-sede Rio Grande do Sul.

Houve perdas significativas entre colaboradores e seus familiares, enquanto sofríamos, ajudávamos e assim como as águas passarão, os males também se irão e reconstruiremos juntos.

Estamos abertos e trabalhando em meio às dificuldades – que são muitas – para atendê-los com todas as nossas possibilidades, mas infelizmente podemos ter alguma demora no atendimento, suporte e operação, por isso, pedimos sua compreensão e oração.

A sentença de CZ da Binance e as lições para o mundo das criptomoedas

Parece ter chegado ao fim o último capítulo da primeira novela mexicana com a temática de criptomoedas. Mexicana em sua essência, mas balizada pelas regras norte-americanas.

Sim, e teve de tudo. Ação, drama, emoção, idas e vindas, e uma reviravolta espetacular de deixar qualquer espectador preso na poltrona. Tudo que uma trama internacional precisa ter para ser um campeão de bilheteria. E será.

E com todos esses ingredientes cinematográficos expostos, claro que ao cabo de tudo isso, e como não poderia deixar de ser, tivemos um “final feliz”. Principalmente para o nosso ilustre protagonista Changpeng Zhao, conhecido como “CZ da Binance”. A Binance, para os mais desavisados, é a maior exchange (corretora de criptomoedas) do mundo.

Sim, o fundador e principal executivo da Binance, teve finalmente decretado o período de sua prisão pela caneta do juiz Richard Jones, até então coadjuvante na nossa trama, e que digamos por assim dizer, acabou “roubando a cena”, sentenciando “CZ da Binance” por “apenas” 4 meses.

O grand finale veio após as autoridades americanas, representadas pelo Departamento de Justiça, terem recomendado uma sentença de 36 meses de prisão para “CZ da Binance”, mas ele, muito bem representado, conseguiu reverter tal recomendação apresentando, segundo o Juiz Jones, que não haviam indícios de que ele fora informado previamente sobre as atividades ilegais da Binance e pelo fato de ter cooperado peremptoriamente com as autoridades do país nas investigações, atenuando agravantes e justificando a redução de pena.

“CZ da Binance” que se declarou culpado e deixou suas atividades na Binance, conseguiu manter sua participação bilionária na exchange e vai se tornar a pessoa mais rica da história a ficar na prisão, tendo em vista que ele já se encontra preso.

Entre as atividades ilegais estariam elencadas principalmente a lavagem de dinheiro, com um agravante de também estarem vinculadas a grupos terroristas, como Al Qaeda, Estado Islâmico e Hamas. A teoria da conspiração rola solta nos Estados Unidos, tendo em vista sua descendência chinesa.

Será que teremos uma sequência desse thriller? Para “CZ da Binance” acredita-se que sim, pois logo após o julgamento, ele se manifestou em sua rede social no “X”, antigo Twitter. Lá ele agradeceu o apoio de todos, disse que irá cumprir seu tempo na prisão e que logo ao sair, se dedicará para um novo empreendimento na área da educação.

Esperamos que todos aprendam a lição com os erros dos outros, como deve ser. E que os erros de “CZ da Binance” sirvam de exemplo para que todos estejam atentos, não somente nesse momento importante que vivemos, de preenchimento da declaração do imposto de renda da pessoa física. Mas sempre, pois existem obrigações legais mensais impostas pela legislação, como por exemplo a Declaração de Criptomoedas, instituída pela IN 1888, bem como o cálculo dos ganhos de capital. Afastando o risco da lavagem de dinheiro e de uma condenação “à la CZ”…

Texto por: Daniel Lóttici

O dia da Prova de Trabalho

Uma das mais belas tecnologias inseridas no Bitcoin é a prova de trabalho (Proof-of-Work – PoW).

A prova de trabalho é um mecanismo usado para demonstrar que um trabalho computacional significativo foi realizado e é fundamental para a segurança, integridade e o perfeito funcionamento da rede blockchain do Bitcoin.

Através da prova de trabalho, problemas matemáticos complexos são resolvidos, exigindo uma quantidade significativa de poder computacional. Esses problemas são projetados para serem difíceis de resolver, mas a solução em si é fácil de verificar. Isso significa que outros participantes da rede, como por exemplo os nodes, que cumprem o papel de validadores, podem facilmente confirmar se o trabalho realizado pelos mineradores é válido.

Os mineradores competem para encontrar a solução para esses problemas, e quando um deles encontra, ele pode adicionar um novo bloco à blockchain e ser recompensado com Bitcoin.

Agora que você já sabe como funciona a prova de trabalho, podemos comemorar juntos o Dia do Trabalho. Senão vejamos:

Assim como os trabalhadores contribuem para a produção de bens e serviços na economia, os mineradores de criptomoedas contribuem para a segurança e integridade das redes blockchain através do seu trabalho computacional. Ambos os tipos de trabalho têm valor e contribuem para seus respectivos sistemas.

No Dia do Trabalho, reconhecemos e celebramos os direitos dos trabalhadores, incluindo salários justos e condições de trabalho adequadas. Da mesma forma, os mineradores de criptomoedas são recompensados pelo seu trabalho com criptomoedas, como o Bitcoin, que podem ser consideradas uma forma de “salário” no contexto da blockchain.

O Dia Internacional do Trabalho também destaca a importância de respeitar os direitos e a dignidade dos trabalhadores. Da mesma forma, a prova de trabalho nas criptomoedas ressalta a necessidade de respeitar o esforço e os recursos investidos pelos mineradores para manter a segurança e a integridade das redes blockchain, bem como dos nodes que fazem a validação.

Nesse contexto todo: da prova de trabalho e do Dia do Trabalho, também fica o registro do que pode se dizer ser a mais importante característica do Bitcoin, sua rede “trabalha” sem interrupções significativas desde sua criação em janeiro de 2009.

Um belo exemplo de dedicação para todos os incansáveis trabalhadores nesse dia especial.

Texto por: Daniel Lóttici

TRINCA DE OURO NA SEMANA DO HALVING

Porto Alegre 24 de Abril de 2024

Na semana passada três (trinca) eventos relacionados ao bitcoin movimentaram a cena criptográfica.

Disparadamente o evento mais importante, e com certeza o mais aguardado do ano para o bitcoiners, o Halving do bitcoin aconteceu, por ironia do destino, próximo das 21 horas, relembrando a todos sua quantidade de emissão escassa de apenas 21 milhões de moedas, e seus reflexos ainda são totalmente inesperados, gerando ansiedade e expectativa no mercado.

O halving é programado para acontecer a cada 840.000 blocos, aproximadamente de 4 em 4 anos, reduzindo pela metade a recompensa para os mineradores por cada bloco minerado, e consequentemente, pela emissão de novas moedas.

Essa redução torna o bitcoin ainda mais escasso, reduzindo inflação programada e projeta aumento de preço, devido a manutenção da demanda por mais moedinhas. Como atualmente se estimam mineradas mais de 19,5 milhões de moedas, restariam apenas 1,5 milhão para serem disputadas.

Outro evento bastante importante é que Hong Kong deu mais um passo importante com o objetivo de se tornar um pólo de ativos digitais por meio da implementação de medidas regulatórias, entre elas as primeiras aprovações de ETF´s de Bitcoin e Ethereum, que ocorreram esta semana.

Assim como vem ocorrendo recentemente nos Estados Unidos e países importantes da Europa, agora é a vez de Hong Kong dar um grande passo rumo a hiperbitcoinização, oferecendo a possibilidade de grandes investidores institucionais terem acesso à exposição da volatilidade do bitcoin por meio dos ETF´s.

E pra fechar com chave de ouro digital a nossa Trinca de boas-novas, o Brasil, que em termos regulatórios costuma estar na vanguarda no que diz respeito às criptomoedas, iniciou também na semana passada, a negociação de futuros de bitcoin em sua bolsa de valores, a famosa B3. Após aprovação da CVM, os “futuros” de bitcoin podem ser operados facilmente assim como são os “futuros” de índices e dólar.

Neste cenário, o Futuro de Bitcoin é uma opção para investidores brasileiros se exporem a volatilidade da moeda dentro de um mercado regulado. Por ser operado em reais, assim como os índices e o dólar, os futuros de bitcoin também facilitarão a declaração dos investimentos no Imposto de Renda.

Texto: Daniel Lóttici